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Diário Nacional

As opiniões expressas nos textos e comentários aqui postados  não representam  opiniões da Frente Integralista Brasileira; a responsabilidade é de seus respectivos autores.


A Ação Integralista Brasileira e a Igreja Católica

Aqui provaremos através de fatos históricos, trechos de livros, publicações dos periódicos A Ordem (católico) e A Offensiva (integralista) a relação entre a A.I.B e o clero.

A Offensiva cobriu extensiva e entusiasticamente as atividades do laicato. Elogiou o movimento de “renovação espiritual” em algumas circunstâncias, posicionando-se com franca simpatia pelo projeto católico de mobilização dos leigos. Sobre o Centro Dom Vital, afirmou:
“O objetivo principal dessa instituição foi desde o início o da difusão dos verdadeiros ensinamentos da Igreja entre as classes intelectuais do país.
Reagindo desassombradamente contra todos os preconceitos anti- católicos e contra o ceticismo decorrente de uma falsa filosofia da vida sustentada pela maioria dos intelectuais que durante longos anos dominou o pensamento brasileiro, o Centro D. Vital, pela mão corajosa do seu fundador caminhou serenamente por entre o indiferentismo dominante, confiado em que se prolongaria indefinidamente o marasmo brasileiro com relação àquilo que é fundamental à tranquilidade de todos os povos: sua formação moral.
O movimento vitalista visa combater o conformismo com os abusos da sociedade organizada de nossos dias, evitando o erro igual e contrário da reação revolucionária anticristã.
Pugnando pela recristianização do Estado, da Escola, da Fábrica, da Caserna, do Tribunal, de todas as instituições sociais de nossa civilização, estão convictos seus associados de que trabalham por um Brasil mais nobre e mais sadio”. 
O Centro D. Vital promove grande campanha de extensão para aumento de seu quadro social. In: A Offensiva, nº 9, 12 de julho de 1936. PP. 8.

O jornal integralista noticiou entusiasmadamente a fundação da Empresa Editora A. B. C. Limitada, destinada a produzir livros católicos:
“É deveras auspiciosa a notícia desse empreendimento de caráter cultural, visto como a Empresa Editora A.B.C. que se propõe ser a livraria dos católicos brasileiros, pretende editar livros sobre todos os assuntos: científicos, literários, pedagógicos, religiosos, etc, norteados pela mais sadia (ilegível), de maneira a contribuir com a máxima eficácia para o maior brilho e elevação das letras nacionais”.
O órgão integralista aprovava o projeto editorial católico. É no mínimo sugestivo que o livro Integralismo e Catolicismo, de Gustavo Barroso, tenha sido editado pela A.B.C. Limitada. De qualquer maneira, as relações não se restringiam aos livros. A partir do número 191, A Offensiva passou a contar com uma coluna intitulada “Coluna Católica”. Ao comentar a vida de santos e alguns eventos religiosos, a coluna consolidava um espaço católico no jornal. Elogios foram tecidos a A Offensiva, sobretudo aquele vindo de A União e reproduzido no periódico integralista:
“A nossa colega A Offensiva acaba de estabelecer uma seção denominada ‘Coluna Católica’. Deste modo, o denodado diário integralista vem satisfazer os anseios dos católicos, oferecendo-lhes uma coluna doutrinária e noticiosa.
A ‘Coluna Católica’ da A Offensiva está entregue ao nosso amigo J. Luiz Anesi, cuja escolha não podia ter sido melhor. Temos assim uma garantia de ortodoxia e veracidade”.
Para difundir os princípios católicos. In: A Offensiva, nº 272, 30 de agosto de 1936, PP. 2. 
Coluna Católica. In: A Offensiva, nº 199, 6 de junho de 1936, PP. 9.

Um periódico menor, órgão da prefeitura apostólica de Tefé, no Amazonas, publicou os retratos de Plínio Salgado e Átila de Sá Peixoto com a legenda:
“PLÍNIO SALGADO, O PATRIOTA, Fundador e Valoroso Chefe do Integralismo, este Partido Genuinamente Brasileiro, que tem sido em nossa Pátria o maior inimigo dessa doutrina antipatriótica que é o Comunismo. Confiadamente, com todo seu amor pelo Brasil, Plínio Salgado se entregou nas mãos de Deus, e JUROU levar à grandeza moral este Brasil Querido, territorialmente tão grande.
ÁTILA DE SÁ PEIXOTO, Estudante de Direito, Diretor da ‘Província do Amazonas’ e Chefe do Integralismo no Amazonas.
ANAUÊ! PELO BRASIL!”
O Missionário, nº comemorativo, outubro de 1936. Sem página.

Em virtude do casamento de Plínio Salgado, agora unido a Carmela Patti, as bênçãos papais foram evocadas. Um telegrama da Santa Sé vinha reproduzido em primeira página:
“O Casal Plínio Salgado recebeu a benção papal.
Assinado por Sua Excelência o Sr. Cardeal Pacelli, o Chefe Nacional, o Sr. Plínio Salgado, recebeu o seguinte telegrama:
‘Cidade do Vaticano – O Augusto Pontífice paternalmente abençoa os novos esposos Plínio Salgado e Carmela Patti, invocando-lhes uma prosperidade cristã.’”
O casal Plínio Salgado recebeu a benção papal. In: A Offensiva, nº 161, 21 de abril de 1936. PP. 1.

Dentre as várias visitas de religiosos estrangeiros, uma mereceu atenção especial no jornal: após participar do Congresso Eucarístico de Buenos Aires, o Cardeal Cerejeira fez uma breve parada no Rio de Janeiro. Conta o periódico que o religioso se reuniu brevemente com os representantes de A Offensiva no Mosteiro de São Bento, onde teria proferido algumas palavras sobre o movimento:
“A seguir, recorda S. E. a luta integralista portuguesa, de que fez parte, ao lado de Salazar e outros.
E diz-nos: - Para vós, todos os integralistas do Brasil, os soldados de Deus, lanço a minha benção, e, com simpatia, acompanho o movimento Integralista, vendo, nele, a salvação do Brasil e de Portugal.
Não podem haver desanimados, porque, se a luta é áspera, a vitória é justa e gloriosa.
A seguir, com a vivacidade de palestra que o particulariza, passa a examinar a situação do Brasil, tendo expressões de carinho.
E, ao despedir-se, já à porta, diz-nos: - ‘Beijo espiritualmente três vezes, o solo bendito do Brasil, na certeza de ser fulgurante porvir, orgulho de uma raça.’”
A Estadia de S. E. o Cardeal Cerejeira, patriarca de Lisboa no Rio de Janeiro.In: A Offensiva, nº 25, 1 de abril de 1934. PP. 2

" A Chefia Provincial da AÇÃO INTEGRALISTA BRASILEIRA, na Capital da República, querendo sufragar a alma dos vários companheiros seus, assassinados por comunistas em S. Paulo, na Bahia, no Ceará e no Espírito Santo, manda celebrar na próxima sexta-feira, 18 do corrente mês, às 10:30 horas (dez e meia) da manhã, no altar-mór da Igreja da Candelária, solene missa de réquiem, oficiando o Santo Sacrifício o exmo e revmo D. Mamede, venerando bispo de Sebaste.
Para assistir a essa solenidade religiosa por alma dos brasileiros sacrificados à sanha bolchevista, a AÇÃO INTEGRALISTA convida seus correligionários, os católicos em geral, as famílias brasileiras, todos os homens de boa vontade que queiram, junto do tabernáculo de Jesus-Hóstia, inspirar a proteção divina para nossa Pátria."
Por alma dos integralistas mortos. In: A Offensiva, nº 286, 16 de setembro de 1936. PP.

Um panfleto publicado pela Secretaria Nacional de Propaganda, intitulado Os Católicos e o Integralismo, condensava as posições de alguns prelados sobre o assunto:
“PLÍNIO SALGADO, espírito inteligente e culto, orientado por sólidos princípios católicos, e em cujas atividades transparece a profunda e segura visão de sábio sociólogo e sincero patriota, desejoso de bem servir a Causa de Deus, da Pátria e da Família, trilogia base insubstituível de todo sistema que não se nutre de utopias, nem transige com as ambições do interesse pessoal.” – LUIZ, bispo de Uberaba.
“PLÍNIO SALGADO, patriota sem jaça, que almejando a máxima felicidade nacional em todos os seus departamentos administrativos, levanta do extremo norte ao sul, o lábaro augusto da sagrada trilogia – Deus, Pátria e Família – única que, bem e sinceramente praticada, salvará a Terra de Santa Cruz, espiritual e temporalmente.”- OCTAVIANO, arcebispo de Campos.
(...)
“Deus, Pátria e Família, nobre divisa do Integralismo, como de todo homem que raciocina cristãmente. Família formada nos grandes ideais cristãos, fundada sobre o santo temor de Deus e compenetrada do seu santo dever para com Deus, eis o novo porvir de uma Pátria grandiosa, sempre unida, próspera e feliz.” – INOCÊNCIO, bispo de Campanha. 
Panfleto Os Católicos e o Integralismo, PP. 4. Documento 091.006.003: FPS, APHMRC.

“E temos também amigos comuns. Essa trilogia que o Integralismo invoca, a todo momento, - Deus, Pátria e Família – tão batida, enquanto evidente, e hoje tão nova, quando a cada instante injuriada pelos nossos adversários – é a mesma que toda sociologia cristã tem de invocar. Aquela reação em favor da autoridade , da ordem, da hierarquia, do dever – é a mesma que todo católico tem de empreender se ainda não o fez em sua consciência e em sua vida.”
LIMA, Alceu A.. Catolicismo e Integralismo. In: A Ordem, nº 58, dezembro de 1934. PP. 410.

A Offensiva cobriu a Guerra Civil Espanhola como um conflito entre a civilização cristã e o comunismo. Não por acaso boa parte das notícias gira em torno de atentados contra a Igreja. Uma visão panorâmica das manchetes o demonstra. São títulos como: “A situação na Espanha: um convento incendiado”, 1 “Os adeptos de Moscou incendiando Igrejas e Conventos na Espanha”, 2 “O martírio da Igreja Católica na Espanha”. 3
1 A situação na Espanha. In: A Offensiva, nº 123, 7 de março de 1936. PP. 5
2 Os adeptos de Moscou incendiando Igrejas e 3 Conventos na Espanha. In: A Offensiva, nº 130, 15 de março de1936. PP. 9.

Alcebíades Delamare, um católico militante, escreveu:
“Dos capítulos do grande livro ‘Espírito do Século XX’, com que acaba Gustavo Barroso de opulentar sua já opulentíssima obra literária (...) aquele que melhor consulta as exigências da hora tenebrosa que estamos vivendo neste crepúsculo sombrio, de uma era de confusão, de angústias e de incertezas, precisamente o que nos revela os lineamentos estruturais do “Estado Ético Corporativo”, cujo advento no Brasil vaticina Tristão de Athayde nas páginas luminosas de “No Limiar da Idade Nova” e cuja instauração em nossas terras para breve no assegura Plínio Salgado, homem predestinado, que Deus suscitou entre nós para implantar o Império Moral, Político e Social de Jesus Cristo.”
DELAMARE, Alcebíades. Estado Corporativo Cristão. In: A Offensiva, nº 316, 21 de outubro de 1936. PP. 2.

Já o padre Ponciano Stenzel dos Santos, foi categórico a respeito: “o católico, entre duas alternativas inevitáveis – o estado socialista vermelho ou o estado corporativo verde – é natural que deverá seguir este último que por um juramento se compromete a implantar a trilogia de Deus, Pátria e Família”.
SANTOS, Ponciano S. O Integralismo e os Católicos. In: A Offensiva, nº 283, 12 de setembro de 1936. PP. 2.

À pergunta “O corporativismo integralista aparta-se, em ponto essencial, do corporativismo de base cristã?” Lúcio José dos Santos, um leigo ligado ao movimento, respondia:
“O Integralismo afirma a existência de Deus e a imortalidade da alma. Compreende a família e a autoridade segundo os ensinamentos cristãos. Reconhece, no homem, ‘uma tríplice aspiração – material, intelectual e moral’. É contra os ódios, e as lutas de classes. Para ele, a sociedade é a ‘reunião de seres humanos, que devem viver em harmonia, segundo os destinos superiores do homem’. No entender dele, a nação é ‘como uma sociedade de famílias, vivendo em determinado território, sob o mesmo governo, sob a inspiração das mesmas tradições históricas e com as mesmas aspirações e finalidades’. Para o Integralismo, ‘os elementos morais da Nacionalidade são a Religião e a Família’. O conceito que ele forma da propriedade é o mesmo de Leão XIII e PIO XI.
Até aqui, só encontramos acordo entre o Integralismo e a doutrina católica, acordo franco e explícito nos pontos mais importantes e mais graves, nos pontos essenciais.”
Panfleto Os Católicos e o Integralismo, PP. 13. Documento 091.006.003: FPS, APHMRC.

Alceu Amoroso Lima e publicou em A Ordem:
“Inimigos comuns, amigos comuns – basta isso para criar entre o Integralismo e os católicos uma situação tal que só pode ser interpretada por uma compreensão sincera, não de tudo, mas do que há de justo e necessário nesse movimento de reação das direitas.
Essa atitude de compreensão me parece ser o mínimo que podemos dar a esse movimento político moderno. Mas ainda no terreno psicológico, beirando já, entretanto, o terreno sociológico, é possível ir além e passar da compreensão à participação.”
LIMA, Alceu A. Catolicismo e Integralismo. In: A Ordem, nº 58, dezembro de 1934. PP 410.

" E estes (leigos) podem perfeitamente participar do movimento integralista, com mais razão ainda do que participam de qualquer outro partido, tanto mais quanto o Integralismo foi a agremiação política que de modo mais explícito e peremptório, em suas recentes ‘diretrizes’, aceitou todos os pontos do nosso programa na vida pública brasileira do momento atual.
Não vejo, pois, do ponto de vista doutrinário, qualquer empecilho irremovível que impeça a entrada de católicos para o Integralismo.”
LIMA, Alceu A. Catolicismo e Integralismo. In: A Ordem, nº 58, dezembro de 1934. PP 413.

“Agora, se há realmente vocação política, confesso que não vejo outro partido que possa, como a Ação Integralista Brasileira, satisfazer tão completamente às exigências políticas de uma consciência católica, que se tenha libertado dos preconceitos ‘liberais’. (...).
Ora, nós católicos, nada temos, no momento, que possa satisfazer a impaciência política da mocidade. A Liga Eleitoral Católica não pode, nem de longe, corresponder a essa sede de ação direta, pois é de sua natureza operar por meios indiretos, (isto é, sem caráter partidário e com um programa social, não político) e onde os abandonou só teve a deplorar e a perder. Não encontra, pois, a mocidade católica, com vocação política, um movimento explicitamente católico a que dê o seu entusiasmo e a sua atividade.
E é levada, naturalmente, a ingressar no Integralismo, que, nas condições atuais é dos raros movimentos político modernos, no Brasil, capazes de corresponder ao idealismo palpitante e heroico desses moços impacientes e fortes.
É o caso típico em que se pode encontrar preenchida, de modo completo, esta segunda condição, para a participação dos católicos no Integralismo.”
LIMA, Alceu A. Catolicismo e Integralismo. In: A Ordem, nº 60, fevereiro de 1935. PP 83.

“E nisso, estamos de mãos dadas com o Integralismo, que, a meu ver, aqui no Brasil, vai longe demais e vê porventura o comunismo como perigo mais grave, quando os semicomunismos é que nos estão devorando, e acredita na possibilidade de uma ditadura do proletariado no Brasil, para breve, quando o perigo que me parece conter o movimento comunista brasileiro, é o terrorismo, a ‘sabotagem’, a anarquia, o caudilhismo, forças mais de acordo com o nosso estado de civilização e que seriam postas em liberdade por uma vitória parcial do movimento esquerdista extremado ou mesmo moderado.
Mas, não é isso que importa aqui e sim mostrar que temos, com o Integralismo, inimigos em comum, o que cria laços indestrutíveis.”
LIMA, Alceu A. Catolicismo e Integralismo. In: A Ordem, nº 58, dezembro de 1934. PP.411.

Octávio de Faria, um católico ligado ao Centro do Vital, proferiu uma conferência na Escola de Belas Artes de título sugestivo: “Primeiras Lições da Revolução Espanhola”. A alocução foi reproduzida em A Offensiva:
“Que significa tudo isso, que quer dizer esse sangue derramado em todos os continentes, esse heroísmo espanhol que está morrendo de encontro ao bombardeio cerrado dos canhões? Que lição para mundo, que lição para nós que sofremos as mesmas tentativas de conquista, que também deixamos mortos nas lutas partidárias, que amanhã provavelmente seremos vítimas de novas, e, quem sabe, mais sérias investidas, que lição traz esta revolução da Espanha, que fez vibrar a muitos tanto ou mais que as quarteladas de novembro passado?
(...)
Fixemos apenas uma, para terminar. Essa, a meu ver, fundamental, para a compreensão do verdadeiro sentido da revolução espanhola, e decisiva para todos nós, fascistas, integralistas, católicos, nacionalistas de todos os países do mundo: no plano político não é mais possível deixar de tomar partido, não é mais possível deixar de estar com a direita contra a esquerda, ou com a esquerda contra a direita. Os que ainda acreditam na existência de um centro, acreditam em fantasmas, brincam de miragem em plena civilização. O centro, na verdade, não existe. O centro é uma mentira política – uma odiosa mentira política. O centro nunca passou de uma aglomeração de gente inútil e viscosa, de fantasmas ridículos, que a esquerda habilmente aproveita, para impedir que a reação nacional se erga por demais alto e a destrua de uma vez por todas. Os homens de centro são-lhe indispensáveis: entravam sem querer, envenenam sem saber, traem de mãos abertas e o coração repleto de boas intenções. Como os católicos, como os intelectuais, são uma garantia de que a balança nunca estará completamente inclinada para a esquerda.
Nos momentos críticos, como o que atravessamos, entre a direita e a esquerda, não fica centro algum, nem espaço nenhum, acima ou abaixo. Fica a nação. Ficam de um lado os homens que a querem salvar, e de outro os que a querem perder: a direita e a esquerda. Entre Burgos e Madrid, fica a Espanha. Entre Berlim e Moscou, a civilização em perigo. Fora isso, não há espaço para uma linha, para um ponto perdido, para um pensamento sequer. Só talvez o pequeníssimo nada que a traição necessita para começar a germinar.”
FARIA, Octávio de. Primeiras lições da Revolução Espanhola. In: A Offensiva, nº 317, 22 de outubro de 1936. PP. 3.

“No momento gravíssimo que atravessamos, o Integralismo é uma força viva em defesa dos fundamentos morais da Pátria Brasileira” – Francisco, bispo de Campinas.
(...)
“Assim como o governo da República permite a livre pregação do Integralismo, a Igreja também recebe em seu seio, como filhos bem vindos, os camisas-verdes que se recolhem em seu recesso para implorar as bênçãos do Senhor para a obra grandiosa que estão realizando.” – José, bispo de Niterói.
(...)
“Sendo o Integralismo um partido político perfeitamente legal e sendo o programa de acordo com a doutrina católica e por isso mesmo diametralmente oposto às ideologias nefastas do comunismo, ele merece todos os meus aplausos, sobretudo no momento atual” – Fernando, bispo de Jacarezinho.

Um padre, Monsenhor Liberali, vigário geral do bispado de Uruguaiana-RS, foi mais longe e publicou um manifesto onde afirmava que os verdadeiros defensores da pátria quando do levante de 1935 haviam sido os integralistas e não Vargas. O título do manifesto era expressivo: A salvação do Brasil: O INTEGRALISMO!
LIBERALI. A salvação do Brasil: O INTEGRALISMO. Documento 089.012.012: FPS, APHMRC.

Alguns links sobre o tema:

A verdade sobre Plínio Salgado e a \’Vida de Jesus\' (em resposta a Orlando Fedeli) http://www.integralismo.org.br/?cont=58&ox=31

Plínio Salgado na Tradição do Brasil http://www.integralismo.org.br/?cont=912&ox=10

Plínio Salgado, arauto e apóstolo de Cristianismo e de Brasilidade http://cristianismopatriotismoenacionalismo.blogspot.in/2010/01/plinio-salgado-arauto-e-apostolo-de.html?m=1

Carta do Padre Leonel Franca a
Plínio Salgado http://cristianismopatriotismoenacionalismo.blogspot.in/2011/03/carta-do-padre-leonel-franca-plinio.html?m=1

Presença de Cristo em dois livros de Plínio Salgado http://cristianismopatriotismoenacionalismo.blogspot.in/2012/01/presenca-de-cristo-em-dois-livros-de.html?m=1

Padre Leonel Franca http://cristianismopatriotismoenacionalismo.blogspot.in/2011/09/padre-leonel-franca-por-victor-emanuel.html?m=1

 


19/11/2017, 11:59:40



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