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Diário Nacional

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O caráter antipopular da nova esquerda

 

 

Segue breve artigo de César Maciel, líder da Legião da Santa Cruz e membro da Frente Integralista Brasileira, a respeito do caráter antipopular da chamada “nova esquerda”. O artigo foi originalmente publicado no sítio da Legião da Santa Cruz.

 

O caráter antipopular da nova esquerda

Recentemente assistimos a um espetáculo da hipocrisia política quando dados vazados da Open Society Foundation demonstraram de forma inquestionável a parceria entre a esquerda, que se intitula antiliberal, e os barões da especulação financeira e da exploração liberal ao redor do mundo.

Isto comprova que a dicotomia ‘esquerda x direita’ é completamente falsa, dicotomia esta que arrasta multidões de jovens para as fileiras dos chamados "movimentos sociais", que servem apenas para infundir na sociedade todo tipo de comportamento desagregador e dissonante em relação às tradições profundamente Católicas do País, ou dos grupos liberais que acreditam derrotar a esquerda quando pregam na Internet o enfraquecimento do Estado, o individualismo exagerado e a privatização da economia, que no final das contas entrega o País aos mesmos financiadores da esquerda; banqueiros e magnatas.

Sem dúvida o que mais nos surpreende é a forma como mesmo após terem sido completamente expostos ao ridículo, os ditos “revolucionários” de internet levam a sério seus discursos anti-establishment. Mídias informativas que se intitulam “independentes”, como o Mídia Ninja, chegaram a assumir parcerias com ninguém menos que George Soros.

Tudo isto nos mostra como a esquerda falhou miseravelmente em se aproximar do povo e sobretudo em se opor ao establishment liberal, que tanto culpa pela maldade existente no mundo. Se já não bastava ver políticos como Jean Wyllys ou Maria do Rosário serem odiados pela população de bem, agora temos de lidar com o discurso fajuto de revolucionários pagos pelo capitalismo global.

 A mesma esquerda que luta em nome da legalização das drogas e do aborto e dissemina a imoralidade como uma praga na sociedade, ofendendo a população Brasileira –que é majoritariamente conservadora - agora revela sua verdadeira face; seus adeptos são fantoches do globalismo, da especulação, do colonialismo moderno, agentes daqueles que odiaram no passado.

 Mesmo com estas contradições, que levariam qualquer pessoa honesta a uma crise existencial ou a uma profunda vergonha, Sakamoto e Pablo Capilé se levam muito a sério e contam com uma legião de seguidores que acreditam estar lutando contra a opressão do grande capital.

 Não há limites para o que a hipocrisia e a burrice da nova esquerda é capaz de produzir.

  

Tudo isto atesta a posição muitas vezes reafirmada pela Legião da Santa Cruz.

Não precisamos de direitas e esquerdas. Precisamos de um país Católico.

 

César F. Maciel

 


15/09/2016, 12:21:22



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