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Diário Nacional

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O problema ecológico brasileiro e Alberto Torres

O Brasil atual possui, em sua natureza de solo, flora e fauna, um paradoxo para as análises superficiais, já que vivemos em um cíclico redundar de pensamentos em torno de nossas capacidades ecológicas.

De um lado, um dos Primeiros Cantos de Gonçalves Dias, a Canção do Exílio, poema magnífico que ecoa em nosso Hino Nacional, é ainda verdadeiro, pois “nosso céu tem mais estrelas, nossas várzeas têm mais flores, nossos bosques têm mais vida, nossa vida mais amores”[1]! Do outro lado, há uma verdade dura, áspera, mas pura:

“Não tendo estudado os meios de conservar e de reparar tão preciosas riquezas do nosso solo; desbaratando-as, pelo contrário, com as nossas audaciosas devastações, precisamos, de agora por diante, não só poupar as que nos restam em estado virgem, senão reparar e restabelecer as que já estão comprometidas”.[2]

Esta dualidade de pensamentos não pode ser contraditória, pois ambos devem-se complementar. Possuímos ainda o Coração da Terra, mas esta última verdade, a devastadora, evidente aos olhos de qualquer brasileiro com bom senso ou de qualquer pessoa sensata que viva nesta amada terra nos últimos tempos, não é atual, pois há cem anos foi publicado um autêntico brado na consciência nacional, o livro As Fontes da Vida no Brasil, precedido por outros de igual ou maior importância, como O Problema Nacional Brasileiro, publicados por um ilustre nacionalista, o patrício Alberto de Seixas Martins Torres, que foi político, jornalista, bacharel em Direito e, principalmente, foi Brasileiro.

É sobre esta dura verdade que vamos por aqui discorrer, com base, principalmente, em Alberto Torres, pois a evidência destas palavras, ditas e escritas há aproximadamente um século e ainda de serventia no Brasil atual, deve nos alertar para dois fatos: “vivemos a cometer perpetuamente as mesmas imprudências”[3] e “não existe, em nosso país, nenhuma organização, capaz de solver os nossos problemas sociais e econômicos”[4]. Como não há tal organização hoje, cem anos deste alerta, urge imediatamente erguermos as vozes para reclamar de nossos governantes soluções duradouras e não imediatistas.

Alberto Torres, cujas conclusões, honradamente, auxiliaremos a tornar conhecidas do maior número possível de brasileiros, assim diz em As Fontes da Vida no Brasil: “Não há nenhum problema social solúvel isoladamente”[5], verdade esta que nos guiará na análise de nossa atual situação frente à principal fonte da vida no Brasil.

Ora, a principal fonte de vida no Brasil, como em todo o mundo, é a água, tema bastante e profundamente abordado por Alberto Torres e dos mais relevantes aos nossos olhos nos presentes dias.

Composta por dois átomos de hidrogênio combinados com um de oxigênio, simples, sem sabor, sem cheiro e sem cor, mas indispensável à vida na Terra, a água é um solvente universal, possuindo calor específico, que a permite absorver e liberar mais calor que todas as demais substâncias comuns; tem Ph (Potencial de hidrogênio que indica acidez ou alcalinidade) neutro, e é uma molécula polar, sendo dotada, pois, de uma grande perfeição.

A água, no dizer de Alberto Torres, “é, dos dois elementos da vida climatérica da Terra, o que mais se faz mister conservar nas regiões tropicais, e, por fortuna, que a pretensiosa incúria da nossa «civilização» tem transformado em ruína, o único sobre o qual tem poder a ação humana.”[6] Isto posto, o autor de As Fontes da Vida no Brasil,  prosseguindo em sua análise, faz esta  afirmação, de atualidade espantosa e escrita há um século: “ora, o Brasil é um país cuja existência material, como corpo de uma nação e como habitat de um povo, está gravemente ameaçada, por falta de águas. Negá-lo, hoje, seria coisa que excederia de todas as raias do senso e da probidade”.[7]

Nestes últimos tempos, a cobertura midiática da crise hídrica causou uma grande histeria, principalmente nos paulistas, e o uso da água do chamado Volume Morto, nome, aliás, bem sugestivo, pareceu a muitos marcar os últimos suspiros de um Estado cuja densidade demográfica é elevada, valendo ressaltar que é inegável o fato de que o fenômeno das ilhas de calor, presente em grandes aglomerados urbanos, está a afetar o regime de chuvas, assim como o fato de que há uma crônica falta de planejamento dos nossos governos federais e estaduais, que, em cem anos, nada fizeram senão imediatismos.

Agora, olhemos para o sertão do nosso nordeste, terra de severos homens, brasileiros da mais nobre estirpe, terra onde cada planta é um natural arame farpado, olhemos para o "Chico", o Rio São Francisco. Ora, não era a sua transposição que iria aliviar a sede dos bravos patrícios que estão por ali a viver? Onde ela está? Tal transposição é uma vergonha nacional: primeiro, por ter-se demorado anos para seu início; segundo, pela grande demora na conclusão, isto é, se for concluída, e terceiro, pelos numerosos casos de corrupção que têm vindo à tona e que, em geral, já eram há muito conhecidos pelo povo. Mais uma vez, a incapacidade, a inutilidade, a ignorância e os outros adjetivos congêneres dos homens de nossa chamada classe política abstraem as fontes da vida de nossa Nação.

Como podemos negligenciar a nossa principal fonte de vida mesmo com tantos alertas?  

Mimético serei, sentindo-me honrado de o ser de Alberto Torres, que nos fala da “restauração das forças da vida, nas terras e na gente do Brasil”,[8] que se nos impõe “como um problema imediato e urgente”,[9] e mostra que “em flagrante contraste com a verdade, a opinião dominante nos centros da nossa direção mental e governamental, ou professa as mais aéreas visões sobre a orientação da nossa política, propagando como normas da ação pública ideias que traduzem os mesmos preconceitos que foram causa destes descalabros, ou paira, de todo indiferente a tais problemas, numa atmosfera de fluídas divagações e de lutas bizantinas”[10] .

Quando falamos da água falamos de tudo: Nação, povo, política e diversos outros temas, e, especialmente, no Brasil ainda vigora uma ideia muito perigosa “a da riqueza de nosso país”.[11] Como afirma Torres, “o Brasil possui talvez, ainda muitas riquezas; mas, estas riquezas ou não são de fácil exploração, ou a sua exploração não corresponde, atualmente, aos interesses políticos de nossa nacionalidade, tendendo, como a da metalurgia, a perpetuar a aplicação de atividades e capitais, muito provavelmente estrangeiros, em indústrias impróprias á consolidação da economia nacional, ou não corresponderá também, em breve, tão intensamente como até hoje, pelo menos — o que sucederá, provavelmente, dentro em pouco, á própria metalurgia — aos interesses e necessidades da nossa era”.[12] Sim, de fato, a riqueza do nosso País não existe. Como escreve Alberto Torres, em seu tempo, as nossas muitas riquezas não eram exploradas, e agora, como ocorreu com a metalurgia em seu tempo, nossas riquezas são exploradas pelo capital estrangeiro, em indústrias impróprias à consolidação da economia e da soberania nacional, de modo que não são efetivamente nossas, não existem para nós.

Alberto Torres

E a água está nessa situação; caminhamos na indiferença e uma grave crise de águas agora nos assola; os governos não se preveniram, deixando-nos quase à beira da morte, e ainda professam soluções aéreas, bem como nossas ditas elites culturais, que só querem saber de epicurismo, e nossos autointitulados sábios e os autoproclamados defensores das chamadas classes trabalhadoras, que travam lutas bizantinas entre “direita” e “esquerda”. Ora, tudo isto faz com que muitas falsas soluções surjam, e entre tais soluções há uma assustadora, principalmente em face da falta de autodomínio dos homens destes tempos: a privatização da água.

Desperdício, esta é a palavra-chave na qual se baseia o principal argumento dos privatizadores, que, aliás, se encaixam perfeitamente na descrição de Alberto Torres sobre os individualistas que “fundados na solidariedade e no prestígio dos grupos de argentários, industriais e proprietários, apoiados em institutos jurídicos protetores de monopólios, e protegidos por leis de restrição industrial e proteção mercantil”,[13]afirmam que, para evitar o desperdício, a água deve ser transformada em uma commodity (mercadoria ainda em estado bruto, ou matéria-prima), considerando a água uma mercadoria, certamente sujeita à chamada lei da oferta e da procura, excluindo desse bem, essencial à vida, as populações mais pobres.

Para se verificar que o interesse que há nessas privatizações é pura e simplesmente o lucro, basta observar que o Conselho Mundial de Águas, que se coloca a favor da privatização, está ladeado de grandes empresas multinacionais, as britânicas Severn Trent, Anglian Water e Kelda Group, as espanholas OHL e Águas de Barcelona (Agbar), as francesas Suez, Bouygues-SAUER e Vivendi, a alemã RWE-Thames Water, além das norte-americanas The Capital Group Companies, Bechtel-United Utilities e American Works Company, os quais pretendem tornar a água em um recurso econômico mundial.

Como diria o ilustre Dr. Enéas Ferreira Carneiro: “A imprensa brasileira, serva do Poder Constituído, é submissa ao Sistema Financeiro Internacional, razão porque o povo não tem acesso às intenções verdadeiras que se escondem por trás da farsa embutida nas palavras da moda "privatização", "Estado mínimo", "globalização da economia”[14].

Fechando o tema das privatizações, verifica-se que, sendo a vida, por direito, um bem inalienável e inviolável (salvos casos extremos, em cujos méritos não entraremos), não faz sentido permitir que um elemento essencial a ela, a água, nos torne títeres da lei da oferta e da procura. Portanto, a água deve ser um direito de todos, inclusive das populações cujo país ou região possui escassos recursos hídricos.

Dito e afirmado ser dever do Estado fornecer a água com eficácia e qualidade, cabe ressaltar que a preservação da água não é apenas dever do Estado, cabe a nós, cidadãos, enfraquecermos as teorias liberais de privatização, evitando o desperdício, pois se Alberto Torres disse que “O travor da ambição é a moléstia do individualismo”,[15] acrescentamos que o consumo consciente, oposto ao “Espírito Burguês”[16] descrito por Plínio Salgado, também se faz uma arma contra o individualismo.

Voltando à restauração física das fontes da vida no Brasil, está claro que “toda esta imensa porção do país, que conterá muitas vezes a área da França, tem a sua habitabilidade, a sua sanidade e a sua produtividade, comprometidas, por muitas dezenas de anos, até ao momento em que se iniciar a política da restauração das nascentes e das fontes, da regularização das estações e da distribuição das águas”.[17] E, continua Torres, reiterando que o problema é nacional e portanto a solução será nacional: “Nós temos, por conseguinte, em primeiro lugar, um problema higronômico, que precede todos os nossos problemas agronômicos e econômicos. ‘Nossos problemas’: acabo de dizer, e é mister sublinhar vivamente estas palavras, para deixar bem claro que a noção prática deste termo corresponde aos problemas apresentados pela nossa terra e pela nossa gente, e não as teses de agronomia, de economia e de política, que a curiosidade intelectual de alguns transporta dos livros e da vida dos países estrangeiros para o nosso meio”.[18] Condenando os estrangeirismos que esfacelam a Nação, Torres levanta um verdadeiro brado pela nossa salvação nacional, e, cumpre ressaltar, e não o faz arbitrariamente, mais à frente explicando que as ideias e modelos que nos foram apresentados pelos programas europeus não atingem o problema geral e superior e não são suficientes para solver as simples dificuldades particulares da irrigação em nosso País. Assim, o pensador fluminense segue distinguindo nossos problemas dos problemas de ordem internacional, não apenas fisiológicos, mas também econômicos e políticos, cujas “soluções” foram muitas vezes importadas e nada resolveram, tendo, aliás, muitas vezes deteriorado ainda mais nossa situação.

Mais a frente, falando da urgência da obra da restauração, Alberto Torres nos dá uma esperança, assim dizendo: “O problema do reflorestamento, o da restauração das fontes naturais e o da conservação e distribuição das águas, são, em nosso país, problemas fundamentais, extraordinários, mais importantes que o da viação comum, e muitíssimo mais que o das estradas de ferro — nos próprios pontos em que estes meios de locomoção correspondem a necessidade da circulação, coisa rara, atualmente. É o primeiro, um grande e complexo serviço a empreender, equivalente, pela sua importância, às obras de irrigação do Egito e da Mesopotâmia, a mais imperiosa e urgente necessidade da constituição cósmica deste país; condição da vida do seu povo, da sanidade do seu solo, da produtividade das suas terras — obra capaz (se empreendida desde já com a generalidade e com a energia que o caso demanda) de estancar, dentro em cinco anos, o esgoto dos mananciais, e de repor as zonas produtivas do país, em menos de vinte, no estado em que se achavam há trinta anos passados; necessidade que, protelada deste momento, pode surpreender-nos, de um ano para outro, com a emergência de secas e de fomes, capazes de aniquilar massas extensas da população”.[19]

 A esperança de repor as zonas produtivas do Brasil no estado em que estavam em fins do século dezenove em menos de vinte anos era certamente válida na época em que Torres escreveu essas linhas, mas, hoje, com uma maior população e extensão de áreas ocupadas podem ser necessários alguns ou muitos anos a mais, mesmo com as novas tecnologias. Mas o que são vinte, trinta, cinquenta, cem anos para uma Nação? É um sacrifício necessário para assegurarmos as fontes da vida no Brasil e, quem sabe, já que “nosso céu tem mais estrelas, nossas várzeas têm mais flores, nossos bosques têm mais vida, nossa vida mais amores”[20], assegurarmos a vida no planeta, valendo ressaltar que somos os verdadeiros detentores do Coração, não o pulmão, da Terra.

Isto posto, saibamos nosso dever: “a Civilização tem o dever de conservar as riquezas inexploradas da Terra, reservas destinadas ás gerações futuras, e de defender as que estão em produção, contra a exploração imprevidente, bem como de proteger (...) a segurança, propriedade e prosperidade de suas descendências”.[21]Não devemos deixar de cumprir este dever, lembrado pelo nosso eminente patrício Alberto Torres,  conscientes de que aqueles que são indiferentes a esta verdade condenam não só a si mesmos como também às suas descendências e à nossa Nação, pois Torres confiava na justiça dos seus contemporâneos, mas tudo ficou para seus pósteros, que somos nós, aqui, um século depois da publicação de seus escritos: “Tal é o estado do nosso país; tal é o dever que se nos impõe. Devemos enfrentá-lo, devemos lutar por ele, confiando na justiça dos nossos contemporâneos, e — se a não tivéssemos — confiando na Justiça dos pósteros. Morrer na passividade, ou na subserviência, é o que não pode fazer, nem um indivíduo, e ainda menos uma Nação!”[22]

Em suma, para a nossa geração fica o dever daquela, e confiamos que os brasileiros seguindo Alberto Torres, realizem esta obra: “Eis, por fim, a obra sagrada da nossa geração: restaurar as fontes da vida, no corpo do país, e as fontes da vida, no corpo e no espírito de seus habitantes; aquelas, pelo clima, e, sobretudo, pela água; e esta pelo trabalho.”[23], que é como o brado de Caxias na Batalha de Itororó.[24]

Concluímos este artigo afirmando que o problema das abruptas e deletérias mudanças climáticas pode ser amenizado, pelo calcular da ação humana, sendo dever de todos assumir responsabilidades e não ficar na passividade. O Brasil, como uma grande Nação, portadora de grandes reservas naturais - principalmente agora que, diferentemente dos tempos de Alberto Torres, conseguirá utilizá-las com a redenção da soberania nacional - o Brasil tem o dever de ser uma Nação pioneira na efetiva preservação da água e dos demais recursos naturais, pois fomos feitos gigantes pela própria natureza, o nosso futuro espelha essa grandeza, e devemos manter forte e belo este impávido colosso!

Afirmamos também a necessidade de retirar do ostracismo aqueles autores, cujos preconceitos de escolas temporalmente bem-sucedidas, apátridas, estrábicas e efêmeras em sua grande maioria, afundaram no poço do desconhecimento. Ademais, como o próprio Alberto Torres já salientava em A Organização Nacional, Todos nós, brasileiros, estamos profundamente eivados de tendência para o personalismo; falamos, quase sempre, sob sugestão do temperamento; tendemos a ver, nas obras alheias, o homem, com suas contingências e fraquezas, em lugar das idéias que representa.”[25].

Devemos tomar consciência de nossos deveres, de nossos direitos; pela Nação, pelo nosso povo, pelo futuro de nossas gerações, pelo amor à nossa Terra, pelo amor à natureza e ao contato com ela, temos o dever de nos unir e organizar, para a preservação de onde vivemos.

Por Cristo e pela Nação: Anauê!

 

Lucas Gustavo Boaventura Martins

 

 


 

[1] GONÇALVES DIAS, Antônio, 1ª edição, Canção do Exílio (In Primeiros Cantos, Poesias de Gonçalves Dias, 1ª edição, Rio de Janeiro, s.n., 1846, pág. 9.

 [2] TORRES, Alberto, O Problema Nacional Brasileiro, Introdução a um programa de organização nacional; Rio de Janeiro, Imprensa Nacional, 1914, pág. XXIV.

 [3] Idem, item 2.

 [4] TORRES, Alberto, As Fontes da Vida no Brasil. Rio de Janeiro, s.n., 1915, pág. 47.

 [5] Idem, loc. cit.

 [6] Idem, item (5), págs. 18-19.

 [7] Idem item (6).

 [8] TORRES, Alberto, As Fontes da Vida no Brasil. Rio de Janeiro, s.n., 1915, pág. V.

  [9] Idem item (8).

 [10] Idem item (8).

 [11] TORRES, Alberto, O Problema Nacional Brasileiro, 1ª edição, Rio de Janeiro, Imprensa Nacional, 1914, pág. XXIII.

 [12] Idem item (11).

 [13] TORRES, Alberto, A Organização Nacional, 1ª edição, Rio de Janeiro, Imprensa Nacional, 1914, pág. 95.

 [14] CARNEIRO, Enéas, Um Grande Projeto Nacional, Enéas Presidente, PRONA, 1998, pág. 65.

 [15] TORRES, Alberto, A Organização Nacional, 1ª edição, Rio de Janeiro, Imprensa Nacional, 1914, pág. 95.

 [16] SALGADO, Plínio, Espírito da Burguesia, 2ª edição, Rio de Janeiro, Livraria Clássica Brasileira, 1951.

 [17] TORRES, Alberto, As Fontes da Vida no Brasil, Rio de Janeiro, s.n., 1915, pág. 18.

 [18] Idem item (17), pág. 19.

 [19] TORRES, Alberto, As Fontes da Vida no Brasil, Rio de Janeiro, s.n., 1915, pág. 22.

 [20] GONÇALVES DIAS, Antônio, Canção do Exílio (In Primeiros Cantos, Poesias de Gonçalves Dias, 1ª edição, Rio de Janeiro, s.n., 1846, pág. 9.

 [21] TORRES, Alberto, O Problema Nacional Brasileiro, 1ª edição, Rio de Janeiro, Imprensa Nacional, 1914, pág. XI.

 [22] TORRES, Alberto, As Fontes da Vida no Brasil, Rio de Janeiro, s.n., 1915, pág. 48.

 [23] Idem, item (22).

 [24] “Sigam-me os que forem brasileiros!”, bradou Luís Alves de Lima e Silva, o Duque de Caxias.

 [25] TORRES, Alberto, A Organização Nacional, Rio de Janeiro, Imprensa Nacional, 1914, pág. 50.complete aqui com as informações a mostrar


21/02/2016, 21:47:50



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