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Diário Nacional

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A Tradição e o despertar do Brasil Profundo

Uma das características da modernidade é a sua ruptura com as tradições e a rejeição destas. Abandona-se, assim, o caminho seguro, a experiência acumulada das gerações em prol das “modas”, atitude terrível que amputa o homem de seu passado, pondo em risco o seu futuro, um desastre para as nações, um desastre para as famílias, um desastre para os indivíduos.

Tal qual a árvore que finca raízes cada vez mais profundas ao solo a fim de que dele retire os nutrientes, que, na magnífica dinâmica interna da criação (que a ciência explica e descreve, mas, por vezes, esquece-se de contemplar) ,  serão combinados e transformados para crescimento e perpetuação da planta, assim devem as nações retirar das profundezas do passado os elementos para a edificação de seu presente e constituição de seu futuro. Se, por outro lado, a árvore não fincar raízes profundas, mas restringir-se à superfície, como fazem as sociedades que abandonam suas tradições, tornar-se-á fraca e débil, indefesa frente a violência dos ventos.

Eis o que tem acontecido com esta nação, para a qual a metáfora da árvore é sensivelmente ainda mais adequada, uma vez que seu nome oficialmente deriva de Pau-Brasil, lenho do qual é extraído o corante vermelho como brasa. E o que se fez desta brasa, deste fogo, o fogo que animou o coração dos católicos portugueses que sacrificaram suas vidas nestas terras distantes afim de fazer frutificar a semente do Evangelho?  Apagou-se na mesquinharia redonda de almas possessas pelo espírito burguês, almas com a circunferência das moedas e a forma das laranjas. Almas que apostataram da Fé Verdadeira em troca de 30 moedas de prata, almas que desdenharam da Tradição, da herança ancestral em prol de modismos estrangeiros. Eis a crise espiritual, cujo efeito é uma profunda crise cultural, da qual é mero reflexo a atual e duradoura crise político-institucional.

Não basta, pois, politicagens para tratar está doença, cujas causas são espirituais e culturais. Enquanto não se reacender o fogo, enquanto os bancos da Igreja permanecerem vazios, enquanto as tradições nacionais permanecerem como meras curiosidades de museu, a árvore pátria jamais será capaz de crescer, frutificar e espalhar sua sombra, seu legado, pelo planeta.

É preciso reacender o fogo, abraçar a Fé, resgatar as tradições, a começar conosco mesmo, e depois, numa verdadeira cruzada, em uma nova bandeira, acordar o gigante, reavivar o Brasil Profundo. E não é via decretos ou cassetetes que se dará tal empreitada, mas pela força das ideias, pelas trincheiras da guerra cultural. 

 Edmundo Noir


27/07/2017, 11:35:12



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