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Pedro Baptista de Carvalho

Escritor e articulista. Bacharel em Direito pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e advogado. Mestre em Direito Civil, na área História do Direito, pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. Presidente da Frente Integralista Brasileira e 1º Vice-Presidente da Casa de Plínio Salgado.


Gustavo Barroso, mestre incontestável do folclore brasileiro

Neste dia 29 de dezembro, lembramos os 129 anos do nascimento de Gustavo Adolfo Luiz Guilherme Dodt da Cunha Barroso (29/12/1888-3/12/1959), mais conhecido como Gustavo Barroso, e, em homenagem a este grande escritor, jornalista, historiador, museólogo, folclorista e doutrinador político brasileiro, transcrevemos o verbete a seu respeito no magnífico Dicionário do Folclore Brasileiro, de Luís da Câmara Cascudo.



“GUSTAVO BARROSO – Nasceu em Fortaleza, Ceará, a 29 de Dezembro de 1888, e faleceu no Rio de Janeiro, a 3 de Dezembro de 1959. Terminou no Rio de Janeiro (1911) o curso jurídico que iniciara em Fortaleza. Desde muito moço participou do jornalismo cearense, escrevendo e desenhando. Militou na imprensa nacional até os últimos meses, numa atividade incessante, colaborando em revistas, pesquisando ângulos pouco conhecidos da história, sociologia e folclore. Sua bibliografia, de cerca de 100 volumes, compreende quase todos os motivos intelectuais que o apaixonaram, da antropologia cultural à poesia, romance, conto, fábula, viagens, etc. Exerceu vários cargos de relevância, figurando em comissões no estrangeiro, congressos e conferências internacionais. Pertenceu a um grande número de associações literárias e científicas, brasileiras e estrangeiras. Membro da Academia Brasileira de Letras (1923) e do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (1932), sendo o primeiro diretor do Museu Histórico (1922), organizando-o e tornando-o um estabelecimento modelar na espécie. Foi um mestre incontestável do folclore brasileiro, valorizando-o em fase que ninguém percebia interesse e valia, enriquecendo-o com livros de notável erudição, divulgando os confrontos temáticos que revelavam a universalidade e velhice do que se julgava local e apenas pitoresco no momento. Um estilo ágil e claro, de discreta elegância vocabular, trazia uma força de comunicabilidade admirável. Sua bibliografia essencial para o folclore: TERRA DE SOL, Rio de Janeiro, 1912, 5ª ed., idem, 1956; HERÓIS E BANDIDOS, Rio de Janeiro, 1917; CASA DE MARIMBONDOS, S. Paulo, 1921; AO SOM DA VIOLA, Rio de Janeiro, 1921 (a primeira antologia folclórica publicada no Brasil); O SERTÃO E O MUNDO, Rio de Janeiro, 1924; ATRAVÉS DOS FOLCLORES, S. Paulo, 1927; ALMAS DE LAMA E DE AÇO, S. Paulo, 1928; MYTHES, CONTES ET LEGENDES DES INDIENS DU BRÉSIL, Paris, 1930; AQUÉM DA ATLÂNTIDA, S. Paulo, 1931; AS COLUNAS DO TEMPLO, Rio de Janeiro, 1933; O LIVRO DOS ENFORCADOS, Rio de Janeiro, 1939; LICEU DO CEARÁ, Rio de Janeiro, 1941; CONSULADO DA CHINA, Rio de Janeiro, 1941.” (Dicionário do Folclore Brasileiro, 2ª edição, revista e aumentada, Rio de Janeiro, Instituto Nacional do Livro, Ministério da Educação e Cultura, 1962, p. 359).


29/12/2017, 22:33:32



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