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Pedro Baptista de Carvalho

Escritor e articulista. Bacharel em Direito pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e advogado. Mestre em Direito Civil, na área História do Direito, pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. Presidente da Frente Integralista Brasileira e 1º Vice-Presidente da Casa de Plínio Salgado.


Herói tratado como um vilão*

Em seu artigo Herói tratado como um vilão, publicado no caderno Aliás, o jornalista José Nêumanne Pinto fez justiça ao infatigável e heroico editor Gumercindo Rocha Dorea, verdadeiro Pedro Álvares Cabral da Ficção Científica no Brasil, que, ademais, lançou prosadores do quilate de Fausto Cunha, Gerardo Mello Mourão, Nélida Piñon e Rubem Fonseca. Como bem observou Nêumanne Pinto, o mal escrito livro de Laura de Oliveira sobre Gumercindo Rocha Dorea e as Edições GRD não passa de uma malfadada tentativa de reescrever a História, ao feitio stalinista.

Apenas merecem reparo, no referido artigo, porquanto equivocadas e superficiais, algumas afirmações a respeito do Integralismo, movimento inspirado não no fascismo, mas sim nas lições do Evangelho, na Doutrina Social da Igreja e na obra de grandes pensadores brasileiros como Alberto Torres, Jackson de Figueiredo, Farias Brito, Oliveira Vianna, Euclides da Cunha e Eduardo Prado e que só pode ser considerado "autoritário" caso tal termo seja aplicado àqueles que defendem o justo princípio da .Autoridade. Ademais, diversamente do que afirmou Nêumanne Pinto, o Integralismo continua vivo e atuante, com milhares de adeptos e simpatizantes em todo o País.

Ao mencionar alguns dos inúmeros intelectuais que pertenceram ao Movimento Integralista, que reuniu, no dizer de Gerardo Mello Mourão, o “mais fascinante grupo da inteligência do País”, esqueceu-se Nêumanne Pinto de mencionar este grande poeta e romancista, um dos maiores filhos do Ceará e do Brasil, cujo centenário de nascimento transcorreu neste ano.

Encerramos estas linhas ressaltando que concordamos plenamente com o autor do artigo em questão quando este qualifica de “brilhante” a Vida de Jesus, de Plínio Salgado, obra-prima que é, como bem escreveu o Padre Leonel Franca, a “joia de uma literatura”.

 

Victor Emanuel Vilela Barbuy,

São Paulo, 8 de setembro de 2017.

 

*Carta a respeito do artigo de mesmo nome, enviada ao jornal O Estado de S. Paulo em 8 de setembro de 2017. O aludido artigo, publicado no mencionado jornal a 3 de setembro de 2017, pode ser acessado em:

http://politica.estadao.com.br/blogs/neumanne/heroi-tratado-como-um-vilao/.  


22/09/2017, 23:08:14



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