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Nascido na cidade de São Paulo, milita no movimento Integralista desde 1987, desenvolvendo diversas atividades relacionadas com a política nacional.


Características Integrais

Sendo o homem uma criatura de Deus, feita a sua imagem e semelhança [1] não ignoramos que no homem reside um fim sobrenatural para o qual cada um se guia intimamente e individualmente, entretanto, é na sociedade e coletivamente que os homens organizam-se em estruturas de que possam fazer uso, com o fito único de melhorarem as condições com que esse fim superior possa ser finalmente atingido.

Assim o homem constitui sua família, protege-a com suas propriedades, compreende sua atividade de trabalho, aprimorando-a e cobrando por esse aprimoramento. Vendo o progresso das propriedades, isso é, aquela onde reside, aquela outra onde trabalha, até mesmo aquela onde reza e assim sucessivamente, inicia um natural processo de associações com outros indivíduos (entendido como pessoa humana no integralismo) para melhor trabalhar, melhor morar, melhor adquirir bens fabricados por outros e melhor vender os seus, melhor defender-se e inclusive melhor “habitar” (no sentido profundo do termo), dai nascera estruturalmente o município [2], o estado e a Pátria no tocante a estrutura, nascera também as organizações trabalhistas, políticas, religiosas e afins no tocante a Nação.

Assim como Nação e Pátria não são iguais, também as noções de Povo e Massa distinguem-se, isso é, aquela se refere aos homens que exercem seu papel na sociedade de forma consciente enquanto que a massa não passa dela parcela maior da população que se deixa dominar pela propaganda, isso é, por marqueteiros, discursos falsos e sofistas. Constitui um grande dever dos Integralistas despertar as pessoas inseridas na massa e traze-las a categoria de povo.

A Nação é justamente a suprema expressão do primeiro grupo natural, ela é uma extensão da nossa própria família e de nós mesmos, de maneira que a sua nação é uma continuação natural de você e de sua família. Se você não ama sua nação, não ama a sua família, nem a si próprio. Sendo a Nação expressão tão grande da personalidade, tem seu direito de existir próprio e não pode sob nenhuma hipótese, sucumbir diante de grupos que lhe desejam muda-la com vistas a atingir outros fins, afinal, não é a nação um material para o grupo, mas o grupo que é para assegurar a nação.

Os grupos naturais [3] constituem disposição própria da dignidade da pessoa humana enquanto centelha de personalidade. Não podemos ferir a pessoa humana na sua dignidade própria, isso é, se toda a sociedade é pensada para proporcionar melhores condições a essa pessoa humana, de que forma pode ser razoável, em algum momento da história, tornar qualquer dessas estruturas naturais em superestruturas que requeiram como “lenha para sua locomotiva” esse mesmo homem que a engendrou?

As corporações de oficio para o Integralismo representam uma significativa forma de representatividade das classes profissionais, no integralismo elas ganham inclusive um caráter mais participativo na câmara orgânica que visa atribuir as classes profissionais não só uma expressão de representatividade, mas também um poder de influência e decisão sobre os projetos nacionais. Essa estrutura de representatividade pode ser amplamente aprimorada graças ao advento da tecnologia de softwares, responsabilidade essa que cabe aos integralistas contemporâneos [4] e constitui continuidade do trabalho integralista de dignificar em sua totalidade e sem mutilação, o homem enquanto homem.

O homem engendrou diversos meios para harmonizar as relações sociais, entretanto, grande parte desses meios imaginários não ultrapassou o plano das ilusões, embora tenham sido implementados até onde se permitia dado o grau utópico presente em maior ou menor medida nessas iniciativas, um e outro costumam nos ser muito atuais embora sejam completamente arcaicos, isso é, o individualismo e o coletivismo.

Para o liberalismo o Estado não passa de um “mal necessário” ele é um meares administrador das atividades em que ninguém consegue obter lucro, embora necessárias, isso é, para manutenção pública, segurança pública etc. Crê-se que a intervenção estatal na economia é um dos mais famigerados erros, dos quais, se não agora, logo haverá grandes distúrbios advindos disso, pois, o mercado regula-se sozinho. Para proteger os indivíduos, são desprezados os grupos intermediários que os representam, de maneira que nem mesmo os partidos são reconhecidos.

No geral, a ausência da aplicação de “regras ao jogo econômico” exclui permanentemente significativa parte da população que jamais poderá entrar para o mercado competitivo, portanto, criam-se castas dos empresários, dos servidores e dos funcionários. Logicamente que, com o passar do tempo, há um embrutecimento na classe mais bem fixada, isso é, na burguesia, e esse embrutecimento despreza o sofrimento dos mais pobres que permanecem num imobilismo social do qual o estado não passa de um espectador. No final de uma sociedade assim, poucos dividem tudo, o “darwinismo de mercado” o “forte vencendo o fraco” cria poucos caciques e por força dessa conduta imoral, destrói-se aos poucos a própria régua com que se mede a imoralidade dessa ideologia, acaba aos poucos com a própria religião.

O capitalismo liberal, nova face que traz as velhas ideias para mesa de negociações novamente, não passa de uma mesma substancia com um novo rótulo. Conforme o Integralismo demonstrou inúmeras vezes, a burguesia não é só uma classe, mas um estado de espirito [5] dai resulta o fato dessa ideologia, de tempos em tempos, conseguir recobrar o folego para mais uma rodada de mentiras e violências, seduzindo os “intelectuais do momento” ou os pobres “lideres” de vista curta que comandam pequenos motins.  

O coletivismo, filho do individualismo, surge como solução ao descaso da burguesia, é o extremo oposto de um mesmo erro, afinal, no universo político, não existe uma linha horizontal em que aquele que esta a extrema esquerda esta longe o suficiente de quem esta a extrema direita, pois, o universo politico é um circulo em que estar nas extremidades representa encontrar-se identicamente.

Para esmagar a estrutura da sociedade, os marxista-leninistas vão criar uma superestrutura, tal superestrutura é o próprio Estado, único dono dos meios de produção. Ocorre que esses meios de produção também são entregues nas mãos de um ou dois patrões que controlarão absolutamente tudo. Uma nova casta é montada, a casta dos do governo. Marx sempre disse que seu objetivo não era ser um revolucionário, mas um continuador de Adam Smith, um antecipador do fim do capitalismo. Essa corrente deseja trocar a aristocracia burguesa por um proletário, dando a esse ultimo aquilo que, no “desenvolvimento natural” dos eventos sociais seria dos burgueses, assim, adiantando o fim do capitalismo ateu, também vai contra a religião, extirpando-a de vez.

O grupalismo por sua vez, rege que:

Os homens são criados imagem e semelhança de Deus. É composto de corpo e alma, com dupla destinação natural e sobrenatural, com direitos e deveres na sua tríplice esfera de atividades materiais, intelectuais e espirituais.

A sociabilidade é inata no Ser Humano, que tende, naturalmente, a reunir-se com outros Homens para alcançar interesses e fins comuns, cuja consecução seria impossível isoladamente. Assim, surgem necessariamente os Grupos Naturais – a Família, o Grupo Profissional, o Grupo Cultural, o Grupo Político, o Município, a Nação e a Sociedade Religiosa -, independendo, pelo menos em parte, da vontade do Homem. Os Grupos Naturais são os instrumentos pelos quais o Homem busca sua integral realização e, em especial, seu fim último Deus [6].


Não resta dúvida de que o Integralismo adota esse ultimo tipo de pensamento, afinal, o Estado Integral respeita os grupos humanos e aperfeiçoa-os naquilo que lhe é inerente e de sua responsabilidade. Não é um estado indiferente, não é fraco, mas não é tirânico, tem o exato tamanho para proteger o coletivo da ditadura do individuo e o individuo da ditadura do coletivo.

Pelo bem do Brasil
Anauê!



1-    (Gn 1,27)
2-    Plínio Salgado fundou o primeiro partido municipalista do Brasil. Desde da percepção tida pelo Chefe da importância dessa célula da Pátria para a proteção humana, que os integralistas ainda hoje creem que nela reside o poder para melhor distribuir e aplicar recursos e desenvolver-se segundo sua concepção naquilo que toca sua peculiaridade.
3-    Também existem grupos antinaturais como muitas ONGs que nada são senão grupos que recebem dinheiro de nações exteriores para fazer pressão as questões de interesse de governos internacionais dentro de nosso País.
http://www.votopelavida.com/defesavidabrasil.pdf
4-    Integralistas da Frente Integralista Brasileira, única instituição que comporta verdadeiramente a herança da doutrina do Sigma.
5-    SALGADO, Plínio. Artigo “psicologia da sociedade burguesa”    
http://www.integralismo.org.br/?cont=-5012
6-    VASCONCELLOS, Sérgio de. Artigo publicado originalmente no periódico “O Integralista” - Rio de Janeiro - Ano I, Nº 01 - Maio de 1989 - p. 4


03/11/2015, 16:18:02



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