Precisamos de sua ajuda para manter nossas atividades.
Atualmente, além das inúmeras despesas fixas, são também centenas de metas, projetos e desafios a conquistar que dependem de sua colaboração direta. Escolha abaixo como pode nos ajudar:

Ação voluntária

Atue junto aos núcleos, participe de cursos, panfletagens, manifestações e divulgue a doutrina para outras pessoas.
Ação voluntária
OU

Contribuição financeira

Ajude a manter nossos projetos. Para colaborações financeiras, escolha aqui a opção mais adequada a você: boleto ou depósito.
Colabore



 

Nascido na cidade de São Paulo, milita no movimento Integralista desde 1987, desenvolvendo diversas atividades relacionadas com a política nacional.


O Direito dos Animais

O “direito dos animais” se tornou uma expressão bastante conhecida nas redes sociais, escolas e até mesmo em conversas particulares com nossos próximos. Devemos  essa “humanidade animal” a uma série de fatores como, por exemplo, a  Walt Disney e seus “animais falantes”, que dominaram o imaginário infantil transformando o nocivo personagem do rato em um “animalzinho camarada”.

Walt Disney não é um “agente solitário”, teve papel importante na "preparação" das mentes para essa onda de "humanização dos animais", contribuindo fortemente no processo global de desumanização do ser humano, que, como conseqüência lógica servirá para cumprir a agenda de controle de natalidade [1], que é imposta ao mundo por uma minoria desejosa de um governo mundial, onde as grandes populações não passam de consumidores inúteis dos recursos naturais,e por isso mesmo devem ser eliminadas ou controladas através do aborto, da eutanásia e de contracepção. Para que uma nação adquira a mentalidade abortista, ou melhor, assimile a denominada cultura de morte é preciso destruir alguns conceitos, como por exemplo, a sua dignidade superior, que liga cada ser humano a Deus. Isso implica um plano:

1- Destruir doutrinas que reconheçam no homem sua dignidade  sobrenatural e inviolável:

Cristianismo;
Integralismo.

2- Financiar tudo que nos coloque em pé de igualdade com os animais ou nos torne inferior a eles, para isso sendo necessário:

Substituir a ecologia cristã [2] por um sentimento global ecologista pagão baseado  em Ernst Haeckel;
Diminuir a dignidade humana até equipará-la aos animais, ou seja, até a fase que os homens digam “quanto mais conheço os homens mais gosto dos meus cachorros.
 

Superficiais Efeitos da desumanização do homem em detrimento do animal
 
A tentativa de subverter valores fundamentais do homem tem acarretado uma confusão de pensamento, por exemplo:
 
Direitos dos animais: Não, os animais não possuem direitos, pois, direito só pode existir em decorrência de um dever justificável por uma condição obrigatória de consciência, de ordem:
 
1- Material;
2- Moral.
 
Na ordem Material (Ex.): Eu tenho o dever de trabalhar para sustentar minha família, logo, tenho o direito de possuir meios seguros para cumprir meu dever. Isso implica também um nível de consciência, ou seja, a condição de que tenho uma família que dependa de mim em algum aspecto e me force por isso a manter-me ligado a ela.
 
Na ordem Moral ( Ex.): Eu estou com fome e tenho o dever de me alimentar e o direito de partilhar com quem mais tenha fome, e isso também implica um valor de consciência que se sobressai ao instinto de comer tudo devido à fome e acaba impondo um dever, pois, eu não posso comer tudo sabendo da fome do próximo.
 
Breve conclusão:  Por meio das observações feitas, podemos afirmar que os animais não possuem direitos pelo motivo obvio de não possuírem deveres ou consciência. O direito é uma conseqüência da responsabilidade que por sua vez vem com a consciência dos deveres a cumprir, e essa consciência de escolher entre o bem e o mal que teologicamente é parte da liberdade oriunda do amor de Deus aos homens é o que nos torna passivos de acerto e erro, do pecado e do não pecado e, por isso, submissos ao “crime e castigo”, ao julgamento que define culpa, não culpa e pena.
 
Um “pet” não distingue nada, sua “lealdade” não passa de instinto condicionado, ou seja, se afeiçoa a uma figura humana que lhe permite sensações boas como fome saciada, abrigo no frio etc. Um cachorro não pode ser punido por morder alguém justamente pela ausência de consciência, ou seja, incapacidade de julgar entre bem e mal, entre certo e errado e por isso não existe para ele pecado, não existe para ele erro e por isso não existe castigo. Não sendo passivo de julgamento, não pode ter deveres e menos ainda direitos.
 
Um cachorro que receba uma palmada após morder, conseguirá parar de morder quando associar a mordida a uma palmada dolorida que sempre ocorre depois da mordida, ou seja, ele não faz julgamento de valor sobre a mordida, teme apenas a dor que ela pode trazer.
 
O “direito dos animais” é uma aberração jurídica  inexistente, oriunda da confusão mental impulsionada pelo esforço em se derrubar os valores do homem a fim de mudar-lhe sua essência.
 
Tratar bem os animais é um dever do homem e não um direito do animal.
 
O Catecismo da Igreja deixa bastante evidente como devemos enfrentar essa questão do ponto de vista do dever moral.
 
No número 2416 está escrito:
 
“Os animais são criaturas de Deus. Deus envolve-os na sua solicitude providencial. Pelo simples fato de existirem, eles O bendizem e Lhe dão glória. Por isso, os homens devem estimá-los. É de lembrar com que delicadeza os santos, como São Francisco de Assis ou São Filipe de Néri, tratavam os animais."
 
No número 2417, prossegue:
 
“Deus confiou os animais ao governo daquele que foi criado à Sua imagem. É, portanto, legítimo servimo-nos dos animais para a alimentação e para a confecção do vestuário. Podemos domesticá-los para que sirvam o homem nos seus trabalhos e lazeres. As experiências médicas e científicas em animais são práticas moralmente admissíveis desde que não ultrapassem os limites do razoável e contribuam para curar ou poupar vidas humanas."  
 
E finaliza no número 2418:
 
“É contrário à dignidade humana fazer sofrer inutilmente os animais e dispor indiscriminadamente das suas vidas. É igualmente indigno gastar com eles somas que deveriam, prioritariamente, aliviar a miséria dos homens. Pode-se amar os animais, mas não deveria desviar-se para eles o afeto só devido às pessoas.”
 
 


Notas: 
[1] Contextualização da Defesa da Vida no Brasil - Documento da CNBB que descreve o motivo e os caminhos da chamada “cultura de morte” no Brasil.
[2] O Papa Bento XVI alertou a humanidade sobre uma espécie de histeria ecológica que vem se intensificando nos dias atuais. Em vários documentos ele frisa a necessidade de o ser humano cuidar da ecologia, mas que esse cuidado deve partir sempre de uma ecologia humana. Essa ideia o Papa desenvolveu com bastante propriedade no número 51 da carta encíclica "Caritas in veritatis",publicada em 2009, dizendo que se o desejo for alcançar uma justa ecologia é preciso, primeiro, olhar para a dignidade do ser humano. Santo Tomás de Aquino (cf. Suma Teológica I, q. 33, a. 3) explica como é que o homem é filho de Deus. Segundo ele, existem variantes quanto à palavra filho, sendo que ela pode ser atribuída a qualquer criatura de forma imprópria, pois, filho de forma própria é somente Jesus. A filiação das criaturas, que não é como a do Filho Jesus, o qual possui a mesma natureza e glória do Pai, pode ser filiação de: a) semelhança de vestígio - "Quem é o Pai da chuva? Quem, pois, gerou as gotas de orvalho?" (Jó 38, 28); b) semelhança de imagem - "Deus não é o teu Pai? Ele que te possuiu, que te fez e te gerou?" (Dt 32, 6); c) semelhança da graça - "O próprio Espírito dá testemunho a nosso espírito de que somos filhos de Deus; e se somos filhos, somos também herdeiros"(Rm 8, 16-17); d) semelhança da glória - "Nós nos gloriamos na esperança da glória dos filhos de Deus"(Rm 5, 2).
[3] O termo 'ecologia' foi cunhado por um biólogo chamado Ernst Haeckel, que viveu na Alemanha no final do século XIX, início do século XX. Além disso, esse biólogo foi também responsável pela criação da ideologia nazista, ou seja, a superioridade da raça ariana sobre as demais raças. Não por acaso, ele era também favorável ao eugenismo e à eutanásia. Para Haeckel, o homem não possui dignidade especial é igual a todo animal. Seu extremo é o que afirmou o Clube de Roma ao proclamarem "o planeta tem um câncer e esse câncer é o ser humano"

22/10/2013, 16:51:20



O Direito dos Animais | - Integralismo | Frente Integralista Brasileira ..