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Nascido na cidade de São Paulo, milita no movimento Integralista desde 1987, desenvolvendo diversas atividades relacionadas com a política nacional.


Conheça o verdadeiro homem por trás da mascara

Essa é uma história interessante, que vai desagradar muita gente, principalmente aqueles adeptos da anarquia e da esquerda que pregam a inexistência de Deus .

Ultimamente podemos observa nas fotos de qualquer manifestação ao redor do mundo, sempre, um rostinho branco com sorriso sarcástico. Já o notaram? Sim, em toda rebelião ela tem sido usada como simbolo de protesto, do “povo contra seu governo”. O próprio Arnaldo Jabor teve uma “resposta” feita por alguém mascarado com esse rosto, em cada rebelião, lá está ela, principalmente nas universidades marxistas, entre manifestantes libertários e anarquistas.

Mas, quem é o homem por trás da mascara? Bem, nós não temos como saber quem está por trás das milhares de mascaras utilizadas hoje em dia, mas podemos falar do verdadeiro dono do rosto, que, diferente da ideologia anarquista e ateia hoje atribuída a ele pela mídia, foi sem dúvida um grande católico! Guy Fawkes era seu nome verdadeiro, mas vamos chamá-lo de Guido Fawkes, nome que Guy adotou preferencialmente por admirar os católicos espanhóis. Guido Fawkes nasceu na cidade de Iorque em 13 de abril de 1570 e como veremos, morreu em Londres no dia 31 de janeiro de 1606. Guido se converteu ao Catolicismo aos dezesseis anos. Para o desesperos dos anarquistas que usam seu rosto como simbolo de baderna e anarquia, Guido era soldado inglês católico e era o que podemos chamar de grande católico, pois, pertencia ao grupo de católicos que não aceitavam as perseguições realizadas pelo parlamento protestante contra o credo apostólico romano.

A conspiração da pólvora.

"Remember, remember, the 5th of November
The gunpowder, treason and plot;
I know of no reason, why the gunpowder treason
Should ever be forgot."

"Lembrai, lembrai, o cinco de novembro
A pólvora, a traição e o ardil;
por isso não vejo porque esquecer;
uma traição de pólvora tão vil"

Guido era soldado especialista em explosivos o que lhe rendeu grande responsabilidade nos planos oriundos do levante católico liderado por Robert Catesby. O plano ficou conhecido como "A conspiração da pólvora" e tinha o objetivo de levantar os católicos ingleses contra o protestantismo. O plano consistia em explodir o parlamento inglês utilizando trinta e seis barris de pólvora estocados sob o prédio durante uma sessão na qual estaria presente o rei e todos os parlamentares. Guido Fawkes seria responsável por acionar a detonação dos explosivos, esperava-se com esse ato, que os católicos fossem espontaneamente impulsionados pela consciência a lutar pelo restabelecimento de seu valor.

Tudo parecia seguir muito bem, até que os conspiradores lembraram que haviam muitos católicos batalhando dignamente no parlamento, imediatamente  emitiram uma mensagem a todos os diletos cristãos para que se mantivessem longe do prédio naquele dia. Fato é que uma das mensagem chegou ao Rei, que determinou uma vistoria no prédio, para infelicidade dos conspiradores, durante a revista os guardas encontraram Guido guardando a pólvora.

Guido foi capturado e começou o interrogatório. Permaneceu o tempo inteiro resoluto, e corajosamente desafiador. Guido se identificava apenas como John Johnson e não fornecia nenhuma outra informação. Quando questionado sobre a intenção de explodir o parlamento, confiante em Cristo, apenas afirmava: “lamentar seu fracasso”. Sua coragem lhe rendeu a admiração do Rei James, que o chamou por “um homem de resolução romana”.


Mesmo após ser violentamente torturado, não deixou de surpreender seu carrasco William Waad, com sua forma admirável de resistir e não fornecer informações significativas. Ainda de forma desafiadora, Fawkes disse: "que rezava todo dia a Deus para o avanço da fé Católica e a salvação de sua alma podre".

Após mais de uma semana de sofrimento infligidos impiedosamente a Fawkes, ele entregou o nome de oito conspiradores. A assinatura de sua confissão é atestado do sofrimento a ele imputado, pois, ela não passa de um risco quase ilegível. Fawkes e os demais conspiradores foram condenados, alguns dizem que a forca e outros ao esquartejamento. Falasse também que em ultimo ato de desafio Fawkes habilmente conseguiu se livrar dos guardas e pular uma escada, quebrando o pescoço e evitando assim o sofrimento que viria da execução.

Na Inglaterra até hoje existe a tradição de celebrar no dia 5 de novembro a Noite das Fogueiras. Nesta noite bonecos com a imagem de Fawkes são desfilados na rua, agredidos, despedaçados e por fim queimados.

Porem muitos dizem que Guido foi: "o único homem que entrou no parlamento com intenções honestas".

A que devemos o uso do rosto de Guido Fawkes por anarquistas e esquerdistas ateus?

Muito nós devemos ao Filme V for Vendetta (V de Vingança) um filme produzido por Joel Silver e pelos Irmãos Wachowski, que escreveram o roteiro baseado em uma série em quadrinhos de Alan Moore e David Lloyd.

Para entender o filme, a sinopse dele é a seguinte: “Em uma Inglaterra do futuro, onde está em vigor um regime totalitário, vive Evey Hammond (Natalie Portman). Ela é salva de uma situação de vida ou morte por um homem mascarado, conhecido apenas pelo codinome V (Hugo Weaving), que é extremamente carismático e habilidoso na arte do combate e da destruição. Ao convocar seus compatriotas a se rebelar contra a tirania e a opressão do governo inglês, V provoca uma verdadeira revolução. Enquanto Evey tenta saber mais sobre o passado de V, ela termina por descobrir quem é e seu papel no plano de seu salvador para trazer liberdade e justiça ao país”.

O filme foi originalmente programado para ser lançado pela Warner Bros em 4 de novembro de 2005 (um dia antes do 400º aniversário da Noite de GuidoFawkes), mas foi adiado, e estreou em 17 de março de 2006. As críticas foram positivas e os ganhos de bilheteria mundial alcançaram mais de US$ 132 milhões. Como os marxistas brasileiros são a galerinha do "cineminha, da pipoca" nos finais de semana, sairam da sala do cinema e foram para suas casas falar de revoção e bagunçar com o dinheiro do papai. Mas, Alan Moore o criador do personagem que deixou os esquerdistas mirins ultra extasiados, depois de ter ficado desapontado com as adaptações cinematográficas de duas de suas outras novelas gráficas, (Do Inferno e A Liga Extraordinária) recusou-se a ver o filme e, posteriormente, distanciou-se dele. Pois os cineastas removeram muitos dos temas anarquistas e as referências a drogas que estavam na história original em quadrinhos e também alteraram a mensagem política para o que eles acreditavam que seria mais relevante para um público de 2006. Não é preciso falar que que essas “alterações” feitas no personagem dos quadrinhos para que ele se adaptasse ao cinema, já vinha de um Guido Fawkes que só existia na cabeça de Alan Moore o criador do personagem em quadrinhos.

O Criador do Falso Guido Fawkes:

Alan Moore era um sujeito problemático, sua infância foi conturbada, teve contato profundo com a miséria, as drogas e a promiscuidade. Foi expulso de um escola conservadora e por isso outras escolas não mais aceitavam sua presença nelas. Com dezoito anos ainda estava desempregado e não tinha nenhuma formação profissional

No início de 1985 Moore já tinha se metido em bastante encrenca, já possuía duas filhas, e já tinha divulgado bastante seus desenhos, foi quando a DC Comics abordou-o propondo uma série com os personagens clássicos recém adquiridos da extinta Editora Charlton. Uma carreira promissora começou acompanhada de muito álcool, drogas, e ideias perdidas dentro do enorme mundo filosófico o que o conduziu para a crença na anarquia. Foi ai que criou seu personagem em quadrinhos que não tinha absolutamente nada haver com o verdadeiro dono do rosto.

Finalmente V de Vingança se tornaria um filme. Foi um sucesso de crítica e público, mas Moore não gostou e tirou seu nome dos créditos, ainda tendo declarado que o roteiro era cheio de "buracos".


Alan detesta, declaradamente, a ideia de adaptarem suas obras para o cinema e nunca se envolve nas produções, pois, como vimos anteriormente, os roteiristas do filme eliminaram toda a parafernália inútil de apologia as drogas, ocultismo, pornografia e outros “fetiches” pessoais que estavam ligados ao personagem.

 


17/06/2013, 18:27:15



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