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Nascido na cidade de São Paulo, milita no movimento Integralista desde 1987, desenvolvendo diversas atividades relacionadas com a política nacional.


Leitura edificadora para todos Integralistas

“O integralista é o soldado de Deus e da Pátria, Homem novo do Brasil que vai construir uma grande Nação” - Plínio Salgado

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Sofrem nossos companheiros assistindo o “espetáculo” dos inimigos do Brasil. Com pesar, mas não em inércia, observamos as ações horrendas dos inimigos do Brasil autêntico que, aos borbotões injetam veneno no corpo da Pátria.

Nossos homens têm dúvidas que surgem com  mesma ou maior freqüência com que surgem os obstáculos, mas devem encontrar paz para suas dores, pois, a FIB é mãe de todos e de cada um. Nossos superiores hierárquicos estão sempre debruçados sobre a mesa, ou no campo, sentido na pele onde as agitações ocorrem. Os líderes sofrem mais que os outros, pois, estão na linha de frente, elevando seu pensamento a Deus e se perguntando: “como guiarei meus homens?” Duvida difícil, pois, a FIB, na situação atual, atinge proporções inimagináveis.

O crescimento se deve ao sacrifício pleno de seus membros que, assim como em todo combate, se desdobram em diferença numérica e material completa contra o inimigo, mas, mesmo assim somos mais do que uma resistência. A muito que somos a voz da sanidade, o Gideão da batalha e somente sou justo quando afirmo que a Frente é realmente a trincheira que não se rendeu!

Nossa resistência resultara sem dúvida na derrocada do inimigo, afinal o poder do inimigo está concentrado nos estardalhaços, no barulho que o dinheiro permite que façam, nos comes e bebes que promovem, vivem das propagandas, não passam de “exoesqueleto” sem nenhum conteúdo, um pequeno ataque nosso provoca deserções do lado de lá, enquanto que cá, os leais são cada vez mais enrijecidos com as derrotas, de maneira que cada derrota para nós também é uma vitória.

Os integralistas menos ligados a Frente Integralista parecem aguardar uma estrondosa chegada ao poder, mas, o medo, o cansaço e principalmente a aflição de acabar vendo-se como o único a defender um tipo de idéia entre os outros, afasta e oprime os nossos companheiros em muitos lugares, sentem-se por vezes sozinhos. Defender Cristo, defender o espírito, frente uma geração ateista de marxistas, de homossexuais, submissa à leis de estética e modas subversivas que nos fazem parecer “antiquados” , se tornam tristezas freqüentes para um pobre integralista que espera na sua fadiga a vitória de uma batalha que nem ao menos travou. Devemos observar que no contexto atual, ser a exceção é ser Herói.

Lembro do Nazareno, aquele que foi entregue pelas mãos dos judeus, passando às garras pagãs! Do tribunal dos pontífices e sacerdotes ao tribunal profano do procônsul Pôncio Pilatos. Do povo da aliança aos pagãos da gentilidade. Da casa de Israel, tombada na infidelidade e na cegueira, ao tabernáculo dos pecadores convencidos da própria sabedoria. Um Deus estava abandonado...

Abandonado pelos Apóstolos e depois abandonado pelo seu próprio  povo  em desprezo sombrio, Jesus, que desaparecera quando na multiplicação dos pães, quando o povo o quis proclamar Rei - o mesmo Jesus que na entrada triunfal de Jerusalém fora com a multidão ao Templo e aí falara de sua elevação na Cruz -, agora, ao contrário, afirma nitidamente a Pilatos, que sim, é Rei!

Oh! Rei sem exército, sem povo, sem defensores, sem vassalos...

Que Rei é este? -  Pensaria Pilatos. E, virando as costas mandou o flagelar. Foi Cristo levado diante da plebe uivante, onde estavam aqueles que o queriam matar. Desdenhosa, a multidão murmurava:- “Vamos deixar de farsas, este não é capaz de nada.”

Jesus ficava relegado ao fundo do mais completo desprezo e para cúmulo é defrontado com Barrabás. Ouve que gritam pedindo sua crucificação, pedindo o Sangue dele sobre as suas cabeças. E, através dos séculos, naquele clamor estão todos os gritos dos que no coração dão preferência a Barrabás, ao Barrabás do dinheiro, da volúpia, da vaidade, do poder, da vingança, da libertinagem, e optam pela crucificação de Cristo dentro destes mesmos corações.

Mas, por tais caminhos, caminhos de Sangue, aquele sangue invocado foi de fato derramado! E derramado foram abertas as comportas  para aquele sangue que veio sobre as cabeças de todos os infiéis, sobre a cabeça dos Apóstolos tresmalhados, dos israelitas adulterados, dos pagãos segredados e plasmou, enfim, o Reino Espiritual, o Reino não deste mundo, o Reino onde não há fariseu, nem bárbaro, nem ateu, libertino ou homossexual, mas, a nova criatura regenerada pelo sangue! Homens Integrais!

Do sacrifício nasce o maior de todos os reinos...

Oh! Rei dos Séculos! Oh Rei dos corações! Morrendo, vós reinais! Dando a vida, vós triunfais! E, abandonado, congregais o mundo! Sangue de Cristo envolva o Integralista, sangue de Cristo encoraja-nos, Sangue de Cristo usa-nos, sangue de Cristo leve-nos!

Integralistas, estamos na “sacada do julgamento”, há muito os tribunais legítimos deixaram de julgar com lealdade a verdade da qual somos portadores. Fomos entregues às mãos pagãs e somos julgados pela ótica do erro em quase totalidade.

Quantos já nos compararam aos piores bandidos? À ideologias nefastas frente a uma multidão embebida em mentiras? Quantos sujos, traidores da Pátria, não hesitaram ou hesitarão em nos flagelar, preferindo assim destruir aquele que os ama por estarem com a visão transviada pelo maligno?

No tempo do Mestre, durante o desenrolar do mais dramático episódio, nem os apostolos tiveram a coragem de erguer-se para defender o Filho de Deus.

Frente a isso, visto o caso dos apostolos, apenas olhamos com compaixão pelos amigos que desertam, por medo. Não só o povo nos julga, como muitos velhos companheiros podem fugir de seu destino. Destino? Sim, aquele que o conhecer da verdade cristã torna obrigação até a morte, caso contrario, a vida não será digna e a morte não será elevada a vida, pois, há maior pecado do que cooperar pacificamente com os planos de subjugar nossa Nação Cristã? O pecado de deixar Cristo ser crucificado em nossos corações.

Nós já marchamos triunfais, já levantamos a poeira das ruas e fomos, por amor ao povo, presos, perseguidos e mortos. Estamos agora em um momento de Sacrifício, mas, a Eucaristia e a redenção da humanidade não se deu quando Cristo era ovacionado pela multidão de “barrigas cheia” ou mesmo durante a partilha dos pães, pelo contrário, teve início seu Reino Eterno,  espiritual, fundado sem exércitos, sem vassalos ou defensores, fundido de fato com sua Morte física, através de seu Sangue.

Agora pergunto a vocês integralistas, que desejam unir-se ao Chefe na Milícia do Além: Que tipo de Heróis somos? Que tipo de vitória esperar?

A nossa vitória transcende a política, os estados, as leis da física, pois nossa vitória independe da vida e da morte! Nossa Idéia é mais que a arquitetura social é mais do que a doutrina da felicidade, é o caminho para Deus, nossa doutrina independe da massa e sobrevive à morte. Nossa Doutrina está diretamente ligada a Deus, por isso, a morte não nos é uma derrota, ela é, para nós, o inicio de uma nova vida na qual teremos o direito revestido por nossos atos de coragem a adentrar na Milícia do Além!

Para todo efeito, se querem ver a vitória, vejam primeiro seu sacrifício e não tenham medo de fechar os olhos...

Anauê!


17/11/2012, 23:17:05



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