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Nascido na cidade de São Paulo, milita no movimento Integralista desde 1987, desenvolvendo diversas atividades relacionadas com a política nacional.


Deus, Pátria e Família - Doutrina, Movimento e Programa

Costumo dividir o integralismo em três partes, isso é: Deus(1), Pátria(2) e Família(3). Deus: representa a doutrina, aquele conjunto de verdades fundamentais de onde se dirige a Pátria: representação física dessa doutrina na história, (o que foi a Ação Integralista Brasileira, Águias Brancas, os Grêmios Culturais da Juventude, o Partido de Representação Popular a própria Sociedade de Estudos Políticos e o que é hoje a Frente Integralista Brasileira) instituições através das quais a doutrina se manteve atuante (viva) na história e por fim a família: o programa que essas instituições elaboraram com base nas necessidades temporais, para introduzir a doutrina na realidade pratica, tanto quanto é possível a uma Doutrina infinita emoldurar-se em um programa finito.

A doutrina integralista (Deus) é de amplidão sem igual com relação às outras duas. Tanto a representação histórica como a programática sofre ação do tempo, entretanto, sofre ainda com maior intensidade essa ultima, sujeita aquilo que há de mais circunstancial, em contrapartida esta a Doutrina que permanece invicta, de juventude perene e não sofre a ação do tempo, pois, a Doutrina não é material, é imaterial e existe verdadeiramente como essência.

Fazer uma comparação entre a Doutrina (Deus) em relação aos outros dois aspectos que compõem o Integralismo é uma tarefa impossível, principalmente se observarmos com dedicação a cada uma dessas partes, investir nessa comparação seria como tentar comparar o infinito (da doutrina) com o finito (da ação histórica e programática).

Nossa Doutrina é participação naquilo que é próprio de Deus, sendo assim não é plenamente compreendida a menos que esse mesmo Deus o seja compreendido antes, sendo um absurdo supor uma  compreensão de Deus - ao menos nessa vida - não nos é lícito cair na envaidecedora expectativa de compreender aquilo que do alto opera sobre a Doutrina Integralista assegurando seu desenvolvimento em todos os campos: Doutrinal, histórico e programático. 

Em resumo, no mundo não há compreensão absoluta da Doutrina do integralismo, afinal, nossa Doutrina só poderia ser compreensível em absoluto na medida em que pudéssemos compreender as coisas contidas na Mente de Deus, coisa essa que não será jamais possível, afinal; “todas as coisas são cheias de Deus, mas nenhuma o contém”, conforme ensina Agostinho o Santo de Hipona.

A doutrina do integralismo (Deus) é torneada no que é nacional (aquilo que nos é próprio enquanto brasileiros) e penetra o amago da Doutrina dando-lhe sua nacionalidade, não como um acidente indiferente a substância que é a Doutrina, mas como uma natureza consubstancial a ela (que subsiste nela, por ela e com ela).

Os detratores de nossa da Doutrina do Sigma, munidos ou de desconhecimento involuntário ou mesmo cínico, não temem fazer a estapafúrdia alegação de que existe no Integralismo “empréstimos” de diversos pensadores cristãos e outros não cristãos que se encontram presentes na formação da doutrina, tal afirmação ignora o fato de ser tais “empréstimos”, na verdade, não um plagio, mas premissas da humanidade na medida em que são verdades universais das quais não pode abster-se qualquer um que esteja em busca de uma solução verdadeira aos problemas humanos. (sendo a solução total impossível  nesse mundo).

A verdade não tem patente e desviar-se delas, pressupondo que elas tenham um “direito autoral” é um erro de proporções delirantes, já que sob um mesmo objeto pode haver apenas diferentes aspectos (pontos de vista), mas não dois objetos, duas verdades.

O que existe de nacional em uma doutrina é precisamente o elemento que lhe revela o rosto, não o desenha, não o “inventa” apenas lhe revela as linhas ocultas, como o escultor que liberta da pedra a imagem nela ocultada. Existe o universal do conceito “homem”, entretanto é no particular “Marcos” que reside aquilo que é próprio da personalidade. Ninguém pode acusar Marcos de haver sido desonesto ao ter parte no que é naturalmente universal em si, isso é, sua humanidade naquilo que toca a abstração do conceito.

Portanto a doutrina é a fonte perene e perpétua da “seiva” com que o integralista rega sua peregrinação nesse mundo, assim, não é possível que a pessoa do integralista se perca na confusão, como quem fecha os olhos sem um rumo, pois, a luz da Doutrina ilumina seus caminhos não só no sentido puramente intelectual, coisa que nos daria a impressão de uma espécie de materialismo, mas sim, pela própria Luz Divina, que nos torna precisamente “soldados de Deus e da Pátria...” conforme ensina o Chefe Perpétuo Plínio Salgado.

Através dessa luz é que a nossa ação, como consequente dever da causa que esposamos, se torna salvífica na medida em que nos aproxima da salvação individual enquanto exercemos nossa  doutrina na vida particular (coisa que não requer o poder ou a estrutura do estado)  e promovemos a possibilidade de mais salvações individuais na medida em que por um movimento físico (a Frente Integralista Brasileira) e um programa trazido por esse, expandimos as condições de conhecimento  do coletivo.

Dessa concepção trinitária; Deus, Pátria e Família, também advêm nossa concepção Integral do homem, isso é: espiritual, intelectual e material, ou seja, nessa concepção se encontra o homem observado sem mutilação é a concepção mais coerente e mais reta, pois, havendo um designo superior e incompreensível em todo o homem, não é possível que em face daquelas outras partes que o compõem, esse mesmo homem seja degradado na sua dignidade.



Pelo Bem do Brasil
Anauê!


15/10/2015, 21:36:35



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