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Os Integralistas na Hora Presente

Eleições chegando e, em meio ao desolador panorama político – patente nos tragicômicos horários gratuitos –, a Frente Integralista Brasileira (FIB) se apresenta como esperançosa alternativa para os brasileiros insatisfeitos com os engodos e mentiras do decrépito sistema liberal-democrático vigente. Inspirados na trilogia Deus, Pátria e Família, há cinco anos trabalham os integralistas – nesta nova iniciativa – pela divulgação dos valores espiritualistas e dos princípios cívico-patrióticos em nossa sociedade.

Herdeira da Ação Integralista Brasileira – fundada no ano de 1932, pelo escritor e líder político Plínio Salgado, com o lançamento do célebre Manifesto de 7 de Outubro e fechada em 1937, pela ditadura do Estado Novo –, a Frente Integralista Brasileira desenvolve-se aos poucos, mas segura e firme, em todo o Brasil.

Como movimento político – encarando política no sentido aristotélico do termo, ou seja, política ético-finalista, visando o bem comum e a felicidade coletiva –, a FIB atua, porém, fora da linha partidária. Os integralistas não são ávidos caçadores de votos e, repudiando o fisiologismo e o parasitismo, tampouco cobiçam cargos políticos ou colocações nos órgãos públicos.

Isto porque, não obstante a visão utilitarista dos politiqueiros profissionais – lamentavelmente dominante nos dias de hoje -, acreditam os integralistas que, ao invés de se dirigir a um povo apenas de quatro em quatro anos com objetivos meramente eleitoreiros, fazendo da política um fim em si mesma, um movimento ou partido político deve, antes de mais nada, defender e pregar uma Idéia. A partir desta, construir, apresentar e trabalhar por um Programa.

Por isso, nos diversos núcleos e representações integralistas que vão se espalhando pelo país, muitos dos quais em estágio ainda embrionário, progredindo à custa de seus próprios (e escassos) recursos, dedicam-se seus membros, com afinco e elevado sentimento de brasilidade, no estudo dos mais variados temas nacionais. Analisando e discutindo a origem dos problemas brasileiros, os integralistas, a partir de sua doutrina – de sua concepção espiritualista do Homem e do Universo – constroem soluções, comunicando à sociedade suas propostas.

Depreende-se daí a aversão que o Integralismo provoca nos espíritos imediatistas, seguidores de homens (personalistas políticos) e não de idéias; nos adeptos dos populismos baratos e nefastos; nos propugnadores das soluções prontas e dos modelos importados - muitos dos quais aplicados em total inobservância às especificidades históricas e culturais do povo brasileiro. Os integralistas riem das receitas dos milagreiros políticos da liberal democracia, os quais, nas últimas décadas, em sua inépcia e covardia, levaram a nação ao acentuado estado de decomposição que ora se encontra e, a cada processo eleitoral, voltam sempre a pedir a “confiança de seu voto”, prometendo (em quatro anos!) curar o Brasil de seus males...

Assim é que, reagindo contra tais mentalidades e práticas, a FIB empreende suas ações, concretizadas já em congressos nacionais, encontros regionais, palestras, conferências, debates, publicações periódicas, manifestações públicas, ações sociais, etc. Também sua forte presença nos meios virtuais vem atraindo positivamente a atenção de um número crescente de brasileiros para este movimento renovador.

Pouco a pouco, o Integralismo se faz conhecido e os ideais da doutrina do Sigma se expandem pela nação. Opondo-se aos dois principais sistemas reinantes – de um lado o liberalismo, de outro o socialismo, doutrinas siamesas nascidas das concepções naturalistas e materialistas –, os integralistas pugnam pelo estabelecimento da verdadeira Democracia: a Democracia Orgânica. Nela, o Estado Integral propõe uma verdadeira reforma representativa, criando uma Câmara Técnica e dando voz política aos grupos profissionais; incentiva a cooperação entre as diferentes classes sociais, conciliando e regulando as relações entre capital e trabalho; estabelece em todas as áreas o perfeito equilíbrio entre os direitos individuais e os direitos coletivos; promove a harmonia e a unidade da Pátria, combatendo o jogo dialético de luta e as tentativas criminosas de divisão da sociedade brasileira – divisão entre raças, sexos, família, estados, etc. –, ultimamente muito fomentadas pelas forças antinacionais.

À Revolução do Espírito deverá seguir-se a grande obra de reconstrução nacional. Uma Idéia Nova vem proclamar os integralistas.


Luiz Gonçalves Alonso Ferreira
Vice-Presidente Nacional da Frente Integralista Brasileira e Coordenador da Região Sudeste
alonso.ferreira@integralismo.org.br

 


17/09/2010, 22:55:17



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