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O liberalismo e as ameaças que pairam sobre a França

O liberalismo - que pode ser definido como o sistema que exalta exageradamente a liberdade em todos os campos da vida e do Homem, sustentando a independência, mais ou menos plena, de tal liberdade em face da Lei Divina e da Lei Natural[1] e erigindo, em última análise, a liberdade abstrata e ilimitada, atradicional e a-histórica, em verdadeiro ídolo  -  é um grande destruidor de tradições e de nações, assim como uma falsa religião, que, aliás, do mesmo modo que o igualmente falso credo comunista,[2] somente ainda tem adeptos em razão de seu caráter religioso, uma vez que a falsidade de suas proposições já foi cabalmente demonstrada pela realidade e pela experiência.

Sem a ação deletéria do liberalismo, de que derivam diversas outras ideologias perniciosas, incluindo o marxismo, o feminismo e a ideologia de gênero, a França não teria sido vítima dos atentados do último dia 13 de novembro, bem como da invasão silenciosa que há décadas vem se dando em seu território. A chamada França legal, que não se confunde com a França Real e Profunda, e as falsas elites “francesas”, porém, sob o efeito do ópio da falsa religião do liberalismo, combatem o terrorismo em nome dos velhos, carcomidos, abstratos e utópicos princípios liberais, não percebendo que a luta em nome de tais princípios só torna o país mais débil e robustece o terrorismo islâmico.

Assim, as ameaças que pairam sobre a França somente dissipar-se-ão quando a França Real, Tradicional e Profunda triunfar sobre a antiFrança, essencialmente liberal, que há muito se tornou a denominada França legal. Este triunfo, contudo, só será possível por meio de uma grande, profunda e autêntica revolução, que, de acordo com o significado etimológico do termo, se constitua num autêntico retorno da França ao seu ponto de partida, isto é, ao Cristo, à Cristandade e à sua Tradição Nacional. Tal revolução, por seu turno, somente será possível pela ação de uma nova elite de aristocratas do espírito, que combata o bom combate em defesa de Deus, da Pátria, da Família e de todos os demais valores tradicionais consubstanciados nesta tríade, sempre movida pelo espírito de heroísmo que moveu Carlos Martel, Carlos Magno, Godofredo de Bulhão, São Luís, Santa Joana D’Arc, os mártires da Vendeia e tantos outros nobres soldados de Cristo Rei e da França Profunda.

Rogamos a Deus, pois, que suscite, na presente geração francesa e naquelas vindouras, homens e mulheres dignos de se tornar membros desta nova cavalaria, assim como rogamos ao Criador e Sumo Regente do Universo que suscite, nas atuais e futuras gerações de todos os países que um dia constituíram a autêntica Civilização Cristã, incluindo, é claro, o nosso Brasil, homens e mulheres da mesma nobreza e grandeza de ânimo.

Por Cristo e pela Cristandade!


Victor Emanuel Vilela Barbuy,
Presidente Nacional da Frente Integralista Brasileira,
São Paulo, 18 de novembro de 2015 - LXXXIII.



Notas:
[1] Cf. Restituto SIERRA BRAVO, La persona humana en el magisterio social de Pio XII, Madrid, Aguilar, 1960, p. 3.
[2] Sobre o caráter religioso do marxismo: Heraldo BARBUY, Marxismo e Religião, 2ª edição, São Paulo, Editora Convívio, 1977; Nicolas BERDIAEFF, O marxismo e a religião,Prefácio e tradução de Duarte de Montalegre, Coimbra, Mensagem, 1948.

 

 


21/11/2015, 22:38:38



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