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Considerações sobre a reeleição de Dilma Rousseff

No último domingo, dia 26 de outubro, a Sra. Dilma Vana Rousseff se reelegeu, por pequena margem de votos, Presidente da República, com a força do roubo, da fraude, da corrupção, da mentira, do medo, do estelionato e do chamado terrorismo eleitoral, numa eleição da qual, aliás, o seu partido, o autoproclamado Partido dos Trabalhadores, saiu profundamente enfraquecido em praticamente todo o território nacional.

Ressaltamos que jamais apoiamos o PSDB, agremiação política ideologicamente muito próxima, aliás, do PT, e que, como este, também está envolvido em diversos escândalos de corrupção, assim como sublinhamos que o agora já ex-candidato à Vice-Presidência da República pela chapa encabeçada pelo PSDB, o Senador Aloysio Nunes Filho, é, do mesmo modo que Dilma, um indivíduo de formação marxista e um “ex”-terrorista, assim como abortista confesso. A despeito, porém, destes e outros fatos, que tornam o ex-candidato Aécio Neves e o PSDB indignos de receber nosso apoio [1], é inegável que, na hora presente, o autoproclamado Partido dos Trabalhadores representa um mal maior à Nação Brasileira do que aquele representado pelo PSDB. Isto porque o PT defende abertamente a desconstrução do Brasil Profundo, Verdadeiro e Autêntico e de sua Tradição e tem realizado tal desconstrução de forma muito mais rápida e intensa do que fez o PSDB ao (des)governar o País, sendo, em verdade, o mais radical defensor, em nosso País, depois do PSOL, daquilo a que muitos têm denominado “marxismo cultural” e a que preferimos chamar liberalismo moral e cultural, ou burguesismo mural e cultural, cumprindo enfatizar que o marxismo não é senão um dos produtos do pensamento político, econômico e pseudo-filosófico liberal-burguês dos séculos XVIII e XIX. Do mesmo modo, os (des)governos petistas têm realizado uma política externa ainda mais contrária aos legítimos interesses nacionais do que aquela que foi exercida pelo PSDB e tem sido ainda mais subserviente que o PSDB ao banqueirismo internacional, nunca havendo os bancos, com efeito, lucrado tanto, no Brasil, quanto nos (des)governos de Lula e Dilma.

É, em verdade, incontestável o fato de que o (des)governo petista tem sido exercido em detrimento do Bem Comum, cuja supremacia foi substituída pela primazia de interesses cuja consecução beneficia apenas o PT e seus aliados, e também em detrimento da Constituição Tradicional do Brasil, que não se confunde com sua Constituição jurídico-política formal, também desrespeitada, aliás, pelo mesmo (des)governo. Com efeito, é justamente por colocar seus interesses particulares, ideológicos e partidários, acima do Bem Comum e desrespeitar a Constituição Tradicional da Nação Brasileira que o governo do PT se configura em um fator ativo de subversão social, não podendo, pois, ser considerado “propriamente governo, mas desgoverno”, segundo prelecionou Goffredo Telles Junior. Conforme sublinhou este, no ensaio Resistência violenta aos governos injustos, originalmente publicado em 1955, no jornal O Estado de São Paulo, da Capital Paulista, e posteriormente enfeixado na obra A Democracia e o Brasil: uma doutrina para a Revolução de Março (1965), os mandamentos dos (des)governos “não são propriamente normas, não são imperativos do Bem comum”, assim como ”não conduzem”, mas sim “descaminham”, e “não são mandamentos, mas desmandos” [2].

Ademais, a proposta de reforma política do PT, que este pretende impor ao Brasil em seu próximo (des)governo, com o intuito de se perpetuar no poder, contém diversos elementos de inspiração comunista, significando, caso plenamente aprovada, a transformação do País numa ditadura talvez não propriamente comunista, mas, inegavelmente, comunizante.

Que não se confunda, contudo, nossa rejeição ao projeto de reforma política do PT com a aceitação do atual modelo de democracia brasileiro, que, aliás, foi o responsável pela subida do PT ao poder. Este modelo que ora temos, baseado em mitos criados pela ideologia liberal e totalmente alheios à Tradição, à Identidade Nacional e às nossas realidades, não é uma verdadeira Democracia, mas uma mistificação e uma oligarquia, isto é, um governo de poucos em benefício próprio e em detrimento do Bem Comum, devendo ser substituído por uma autêntica Democracia, uma Democracia Integral, uma Democracia Orgânica, em que haja efetiva representação e participação popular. Tal representação e tal participação devem ocorrer, porém, por meio dos Grupos Sociais Naturais, ou Corpos Intermediários entre o Homem e o Estado, e não, como quer o PT, por grupos artificiais e ideológicos, todos eles comprometidos com a destruição do Brasil Profundo e de suas tradições.

Baseada, antes de tudo, em boatos absurdos, como aqueles de que o candidato do PSDB, Aécio Neves, acabaria, caso eleito, não apenas com programas sociais como o chamado Bolsa Família, mas também com direitos trabalhistas, incluindo os direitos a férias remuneradas, décimo terceiro salário e aposentadoria, a reeleição de Dilma Rousseff foi criminosa, a exemplo de suas ações no passado, na nefanda organização terrorista “Vanguarda Armada Revolucionária Palmares” (VAR-Palmares), que lutou para transformar o Brasil numa tirania comunista, matando e roubando em nome do funesto credo marxista.

Tal reeleição causou decepção e revolta a praticamente todos os autênticos patriotas e nacionalistas brasileiros, mas não pode, de maneira alguma, provocar o esmorecimento, em nós, dos sentimentos de amor à Pátria e de justo nacionalismo, cumprindo que pelejemos pelo robustecimento do patriotismo e do sadio nacionalismo, empreendendo guerra sem quartel ao separatismo e a todos os preconceitos e ódios entre os brasileiros das diferentes províncias e regiões do País, ou, em uma palavra, a todos os sentimentos antibrasileiros que se vêm espalhando, como um câncer, em nossa Nação.

Assim, encerramos estas linhas proclamando, uma vez mais, que, como escreveu Plínio Salgado no denominado Manifesto de Outubro, “a Nação Brasileira deve ser organizada, una, indivisível, forte, poderosa, rica, próspera e feliz”, para isso sendo necessária a união de todos os brasileiros [3], e, do mesmo modo, salientando que é por defendermos um Brasil Grande, Forte e Unido que combatemos o (des)governo que o infelicita e promove a desunião do povo brasileiro.

São estes os rumos da nossa marcha, de que depende o futuro deste vasto Império!

Por Cristo e pela Nação!

 

Victor Emanuel Vilela Barbuy,
Presidente Nacional da Frente Integralista Brasileira.
São Paulo, 31 de outubro de 2014- LXXXII.



Notas:
[1] Que não se confunda, porém, a impossibilidade de apoiarmos o PSDB com uma impossibilidade de votarmos em candidatos do PSDB, impossibilidade esta que não existe. Com efeito, podemos votar em candidatos do PSDB sempre que eles representarem um mal menor em relação aos candidatos adversários e até devemos sempre que este mal menor tenha possibilidade de triunfar sobre o mal maior, cumprindo ressaltar que o próprio Papa São Pio X disse aos católicos italianos que era seu dever votar no candidato menos indigno. É mister sublinhar, ainda, que casos pode haver em que um candidato do PSDB, apesar de seu partido, represente mesmo o bem, como foi o recente caso de nosso companheiro Paulo Fernando, candidato a Deputado Federal pelo Distrito Federal nas últimas eleições que teve nosso integral apoio, que não se estendeu, contudo, ao partido pelo qual se candidatou.
[2] A Democracia e o Brasil: uma doutrina para a Revolução de Março, São Paulo, Editora Revista dos Tribunais, 1965, p. 118.
[3] Manifesto de Outubro. Disponível em: http://www.integralismo.org.br/?cont=825&ox=2. Acesso em 31 de outubro de 2014.


31/10/2014, 12:49:16



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