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O filho rebelde da ONU

A boa penetração dos Israelenses na imprensa e produção artística (de todo o ocidente) que promove [e alia-se] à vitimação exagerada diante da tragédia humana da segunda guerra - na qual muitos povos foram vítimas de verdadeiros genocídios - deixou aquele novo país blindado contra as críticas. Tão blindado que a falta de contato com vozes moderadoras tem gerado um erro de percepção perigoso.

O país, em poucos anos de existência, pobre em território e recursos naturais, virou uma potência econômica e principalmente militar. Proliferaram-se "meninos" revoltados que se distanciaram de Deus, deram treinamento militar a eles e os mais sofisticados "brinquedos", e ninguém vai controlar abusos destes militares.

Há pouco tempo, supostos foguetes (que não atingiram sequer um alvo israelense)
motivaram incursão que matou em torno de 1000 palestinos - em grande parte civis. Já neste ano, 2010, o programa de assentamentos em território palestino se ampliou sem qualquer reação séria contra a ampliação da invasão e a expansão de suas fronteiras.
A sequencia de "gafes" se espalha e se amplia de forma até curiosa. Descobriu-se, também neste ano, a ação de agentes no assassinato de um líder árabe onde os espiões israelenses usaram identidades de ingleses. Mais um problema praticamente ignorado com protestos tímidos da Inglaterra - mais protocolares que de uma nação que exija respeito e defenda seus cidadãos.

Enquanto a ONU debate a perseguição e sanções ao Irã e seu suposto programa de armas nucleares, foram divulgadas as provas oficiais de que um outro Estado daquela tensa região possui estas armas nucleares e já tentaram inclusive vendê-las, violando regras internacionais. Esse Estado, que não declara, mas todos sabem que possui armas nucleares (alguns estimam em centenas de ogivas) é o filho mais próspero, rebelde e agressivo, nascido prematuro depois de gestação estranha, fecundado "in vitro" pela ONU com óvulo doado pela Inglaterra e sêmen de doador desconhecido, quem sabe um psicopata: Israel.

Nesta segunda-feira os Israelenses deram mais uma prova de que querem que o mundo faça algo - ou de que a ONU não tem valor nenhum e deve ser desativada. Atacaram um comboio de pequenas embarcações, civis desarmados, cidadãos de diversos países, entre estes uma brasileira.
Se houvessem armas naquelas embarcações evidentemente já teriam mostrado aos órgãos da imprensa e não forçariam os civis presos a assinar confissões de serem terroristas. O comboio levaria ajuda humanitária aos palestinos da Faixa de Gaza - a faixa "do resto" dos palestinos que ainda não foram expulsos da terra em que vivem há séculos, e que é espremida por muros e fortes barreiras militares de um lado, e ao mar sofre bloqueio que dificulta até mesmo a sobrevivência de muitos habitantes.

Tais atos são provocações, provocações não somente aos muçulmanos, desta vez o recado é claro: estão pedindo que o mundo se volte e tenha coragem de exigir moderação (sem culpa pelos erros dos outros) por parte desta pujante potência militarista, orientada por fundamentalismo cada vez mais distante de Deus, racista, fortemente armada, dona de centenas de armas nucleares e que vem pouco a pouco anexando territórios e promovendo um genocídio para limpeza étnica.


Lucas P. de Carvalho
{Considerações e comentários particulares sobre pensamentos atuais. Não representam as instituições de que participo ou represento.}
*Diretor Administrativo da Frente Integralista Brasileira
 

 


01/06/2010, 18:36:58



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