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Homenagem aos mártires do 11 de maio

Neste 11 de Maio completam-se 76 anos do levante Integralista contra a ditadura. Como acontece todos os anos, Integralistas de todo o Brasil encontram-se novamente diante do Mausoléu Integralista, no Rio de Janeiro, para homenagear os nossos bravos companheiros de ideal que deram suas vidas pela liberdade da nação: os heróis do 11 de Maio de 1938, únicos a se insurgirem de armas nas mãos contra o totalitarismo nazi-fascista implantado a 10 de novembro de 1937, com a outorga da Constituição do Estado Novo, pelo ditador Getúlio Vargas, de triste memória, que culminou em um período de arbitrariedades com a subtração dos direitos políticos e sociais da nação.

Quando da inauguração deste belíssimo monumento erguido em 11 de maio de 1974, Plínio Salgado, saudoso Chefe Nacional do Integralismo, impossibilitado de comparecer, reconhecendo sua importância na história do movimento do Sigma ,por manter vivas as lembranças desse momento histórico, enviou uma consagradora mensagem, desconhecida por muitos, exposta abaixo:
 
“A maior homenagem, entretanto, que prestamos a nossos mortos é a de prosseguirmos na difusão de nossa Doutrina, acima das competições políticas, convencidos de que a Filosofia Integralista constitui a salvação dos povos e a garantia da sobrevivência do nosso querido Brasil. Assim procedendo, seremos dignos e teremos o direito de erguer o braço diante deste Mausoléu, bradando com a mesma fé de ontem e a mesma fé de hoje e de amanhã: Anauê! Anauê! Anauê!” (Plínio Salgado).
 
Ao contrario do que se pode imaginar o Mausoléu foi criado durante o Estado Novo, em um período de tortura, prisões arbitrarias e perseguições, através de placas contrabandeadas para dentro do Cemitério do Caju, no Rio de Janeiro, por uma atitude corajosa de Integralistas que não se mantiveram omissos nos “tempos das catacumbas”. Um dos responsáveis pela homenagem foram os saudosos camisas-verdes Antônio Brêtas e Manoel de Paula Lopes, alcançando o estado atual, com a construção do monumento definitivo, erguido em 1973, por iniciativa do General Jaime Ferreira da Silva, que aglutinou outros veteranos da Acção Integralista Brasileira – AIB (1932-1937) e do Partido de Representação Popular – PRP (1945-1965) para realização da homenagem.
 
 
 
A historiografia oficial se engana em imputar aos camisas-verdes que participaram desta ação revolucionaria o desejo de levar a óbito o então mandatário da nação, ao contrario do que se afirma o objetivo dos Integralistas presentes era confinar Vargas, e sua família, para que se pudesse fazer uma transição pacifica com o objetivo da volta do Estado Democrático de Direito, com o regresso da Constituição de 1934, expurgada pelo Estado Novo e a realização das eleições presidências marcadas para 1938, na qual Plínio Salgado era o candidato da Acção Integralista Brasileira.
 
Ao todo os diversos jovens que tiveram suas vidas ceifadas pela defesa da democracia, vitimas de seu vibrante amor pelo Brasil, seus nomes encontram-se eternizados neste imponente monumento em sua homenagem, presentes e reverenciados nos corações de todos os camisas-verdes, nossas humildes homenagens aonde lembramos o dia de hoje, através do ritual Integralista, com a chamada nominal de cada Integralista assassinado após tombarem entrincheirados ao resistirem acreditando em uma pátria livre. Saudamos e reverenciamos esses heróis que jamais haveremos de esquecer.  

 
Guilherme Jorge Figueira

 
Notas:
[1] Jornal Renovação Nacional, s/d, s/n.
[2] LOUREIRO, Maria Amélia Salgado. Plínio Salgado, meu pai. 1° ed. São Paulo – SP: editora GRD, ano 2001.
[3] SALGADO, Plínio. O Integralismo na vida brasileira. In Enciclopédia do Integralismo, vol. I. Rio de Janeiro: Edições GRD/Livraria Clássica Brasileira, s/d.

09/05/2014, 23:59:12



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