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Nacionalismo no Mundo: Alberto Buela e a teoria do dissenso

Em novembro de 2013 tive o privilégio de conhecer pessoalmente Alberto Buela durante a participação dele em um congresso em Curitiba, ocasião em que foi lançado no Brasil o seu livro “Hispano-América contra o Ocidente” pela editora Austral. Estava assistindo a conferência quando levei um susto: terminada a palestra, ele diz que gostaria de perguntar à plateia qual o legado do grande nacionalista brasileiro Plínio Salgado nos dias de hoje. Desajeitadamente eu tentei improvisar algo. Mas a pergunta foi uma deixa para abordá-lo no intervalo das apresentações. Durante as conversas nos próximos dias – ele estava de férias e iria passou mais alguns dias na cidade, o que me permitiu ciceroneá-lo pelo litoral do Paraná e apresentá-lo ao substancioso prato típico da região, o barreado – descobri que esse admirável professor de Filosofia da Universidade de Buenos Aires com doutorado em Sorbonne conhecia muito mais a respeito da contribuição de Plínio Salgado ao pensamento brasileiro do que a imensa maioria dos nossos compatriotas.

Esse prolífico autor – mais de vinte livros e dezenas de artigos – realizou incursões em outras áreas além da Filosofia, como a Metapolítica, tendo fundado e dirigido entre 1994 e 1999 a revista Disenso, primeira revista ibero-americana voltada para essa temática. Em seus livros e artigos sobre o tema, esse argentino com fortes raízes no peronismo condena a subserviência das elites ibero-americanas aos interesses anglo-americanos com a mesma ênfase com que condena o comunismo. Para ele, apenas uma maior aproximação dos povos dos países da Ibero-América com as suas próprias tradições e raízes poderá nos poupar de uma globalização imposta com brutalidade crescente pelas elites financeiras de Wall Street e da City of London
 
Espero que esta breve entrevista ajude os companheiros integralistas a conhecerem melhor este autor argentino que vê na consolidação dos laços entre os dois grandes povos irmãos da América Ibérica, brasileiros e argentinos, o pilar para o surgimento do que nós integralistas poderíamos chamar de Quarta Humanidade.
 
Boa Leitura!

***

Don Alberto, poderia começar explicando aos brasileiros em que consiste a sua teoria do dissenso?
 
Frente à ideologia do consenso, encorajada a partir do poder nas nossas sociedades periféricas e dependentes dos poderes estrangeiros, propomos o dissenso, entendido como “outro sentido” em relação ao politicamente correto e ao pensamento único. Dissentir por dissentir não tem nenhum sentido, mas dissentir com propostas alternativas é a melhor e mais eficaz maneira de exercer a liberdade de pensamento.
 
O dissenso é o que permite criar una crítica concreta, porque está apoiado nos fatos, na sociedade de consumo. O dissenso supõe uma ancoragem na realidade, pois essa dissensão ocorre não de acordo com tal ou qual utopia, mas de acordo com os fatos concretos que provocam a nossa desconformidade. Defendemos a educação no dissenso como uma contribuição significativa aos tão propalados direitos humanos. A base da liberdade de expressão se encontra na criação do dissenso, como aplicação ao debate e à controvérsia.
 
Por sua vez, o exercício do dissenso supõe um método que temos estudado em vários dos nossos livros, como “Ensaios de Dissenso”, “Pensamento de Ruptura”, “Dilemas do nosso Tempo” e outros.
 
Os passos do dissenso como método, didaticamente expostos são:
 
Primeira etapa: o método como propedêutica
 
1-   A preferência por nós mesmos (parte-se de um ato valorativo);
2-    Genius loci (desde onde);
3-   As tradições vivas dos nossos povos (as tradições vivas, não as mortas)
 
Segunda etapa: A projeção do homem em direção ao homem, o mundo e os seus problemas,
 
1 – a indagação pelo outro e pelos outros (homem-mundo)
2 – a dissensão (os problemas)
3 – a superação do dissenso: em busca da construção do nosso próprio relato.
 
No seu livro “Hispano-América contra o Ocidente”, o senhor afirma que um dos fatores que explica porque a civilização e o homem ibero-americanos são diferentes dos ocidentais e da sua atual civilização, é que os europeus que chegaram a América eram ainda medievais e, por tanto, anteriores à “Revolução Mundial”. Em que consistiu esta “Revolução Mundial” e quais as suas consequências até os dias atuais?
 
Falo de Revolução Mundial no mesmo sentido em que o fizeram Christopher Dawson, Hilaire Belloc, Eric Voegelin, Julio Meinvielle, Walter Schubart - no Brasil quem o fez foi Tristão de Athayde (1893-1983) - e tantos outros pensadores não conformistas. A Revolução Mundial começa com a Reforma e a instauração do primado da consciência, continua com a Revolução Francesa e a substituição da filosofia pela ideologia, segue com a Revolução Bolchevique e seus cem milhões de mortos em setenta anos e termina hoje com o Totalitarismo Democrático e a sua ideia de globalização, onde todas as culturas são intercambiáveis para a construção de um monstruoso one world.
 
O Sr. Alberto Buela, durante evento do Movimento Social Republicano (MSR), na Espanha.
 
Em sua obra o senhor afirma que o homem Ibero-americano é uma síntese entre o europeu católico e medieval e o indígena telúrico. Entretanto, este processo não é uma simples mistura, de maneira que o resultante desta síntese (o homem ibero-americano) é mais do que a simples soma de seus componentes (europeu e indígena). Poderia nos contar um pouco mais a respeito desta síntese? Quais são as principais características desse homem surgido no continente americano?
 
Bolívar dizia que não era “nem tão espanhol e nem tão índio” e o mesmo podemos dizer de nós mesmos “nem tão espanhóis ou portugueses e nem tão índios”. É por isso que nós constituímos o verdadeiro e genuíno povo originário da América. Essa originalidade e característica tão própria se expressa nos nossos arquétipos nacionais: o “cholo” na Bolívia e Peru, o “montubio” no Equador, o “huaso” no Chile, o “gaucho” na Argentina, o “llanero” na Colômbia e Venezuela, o “charro” para o México, o “ladino” na Guatemala, o “borinqueño” para Porto Rico e São Domingos, etc. No caso do Brasil, que é um continente, possui vários arquétipos, no sul o gaúcho, no nordeste o sertanejo, no sudeste o caboclo, e vários outros.
 
Nós somos uma cultura de síntese porque convergem em nós várias culturas. Os antropólogos norte-americanos falam em multiculturalismo para referir-se aos povos ibero-americanos, o que é um erro, porque nós somos, verdadeiramente, um interculturalismo.
 
O senhor escreveu a respeito da importância dos grandes espaços existentes na América na formação do caráter do homem ibero-americano, distinto do europeu que tem relativamente pouco espaço disponível para a sua civilização. Como a grandiosidade da paisagem americana nos ajudou a ser o que somos hoje?
 
O imenso, o ilimitado, aquilo que o filósofo pré-socrático Anaximandro denominou “to ápeiron”, marcou para sempre o caráter do homem sul- americano, sobretudo no Brasil e na Argentina. “O pampa, disse Drieu la Rochelle viajando com Jorge Luís Borges, é uma vertigem horizontal” e o sertão “sempre uma impressionante lonjura”.
 
O fato de não ver os limites fez dele um homem naturaliter livre. A solidão da imensidão fez dele um individualista, não da maneira liberal, mas um individualista fraternal, que sempre se conduziu no trato com o outro tendo como referência a ideia de hospitalidade.
 
Enquanto os espanhóis e portugueses fizeram a opção por uma colonização integrando os povos nativos da América, os ingleses optaram por exterminar os indígenas do novo continente e substituí-la por uma população branca, anglo-saxã e protestante. Como estas diferentes maneiras de colonizar influenciaram o caráter dos povos das duas Américas? É isso que provoca a eterna vontade dos americanos do norte de submeter todo o mundo ao “american way of life”?
 
Se fosse verdade que o mundo conhecido, desde o surgimento da escrita, passou por quatro éons, que são os grandes períodos de tempo em que podemos dividir as principais linhas da história, podemos dizer que o homem americano do norte encarna o éon prometeico e o ibero-americano o éon gótico-barroco. O primeiro dirige o seu olhar para a dominação da terra e o segundo o seu olhar para as alturas, que tampouco possuem limites. O homem prometeico é o arrogante titã que se rebelou contra os deuses, o astuto usufrutuário da natureza, por meio do uso do fogo. O homem gótico-barroco nas vastas planícies, sem obstáculos, percebe sua pequenez e impotência. Olha o sublime em silêncio e o atrai. Não vai contra o divino, mas se coloca a seu serviço.
 
Hoje vemos que na Europa talvez alguns países estejam começando a despertar, como vemos pelas expressivas votações de partidos nacionalistas em diversos países. Mas na Ibero-América até agora não vimos nada parecido com isso. Como o senhor vê a situação atual para os nacionalistas do continente? E o futuro? Um despertar ainda é possível? Como escapar da tirania da globalização?
 
O único nacionalismo possível e viável na Ibero-América é o nacionalismo continental do qual nos falaram, entre outros, o chileno Joaquín Edward Bello, Juan Perón, Plínio Salgado, o boliviano Carlos Montenegro, etc.
 
Temos que nos libertar de uma vez e para todo o sempre do nacionalismo “de países”, do nacionalismo paroquial, do nacionalismo chauvinista e passar ao nacionalismo da Pátria Grande da qual nos falou don Manuel Ugarte.
 
Porque nós temos que constituir o “grande espaço sul-americano”, um espaço, além disso, autocentrado que tenha autonomia e autarquia próprias, sem nenhuma dependência estrangeira. Sem ir mais longe, imaginamos uma moeda comum entre o Brasil e a Argentina, um Banco Central comum, uma bolsa comercial e uma aduana em comum. Isso sozinho comoveria o mundo, ao menos o mundo financeiro, comercial e empresário. 
 
Nós na América do Sul temos um território comum e contínuo de quase 18 milhões de quilômetros quadrados, o dobro da Europa e o dobro dos Estados Unidos, somos cerca de 420 milhões de habitantes e temos impressionantes 50.000 quilômetros de vias navegáveis. Pode imaginar semelhante poderio conduzido de maneira autocentrada? Mudaríamos as regras do jogo mundial ou ao menos nos transformaríamos em jogadores importantes nas grandes ligas da política internacional.
 
Como filósofo, o que o senhor acha do estado atual do pensamento ibero-americano? Temos hoje una produção intelectual ibero-americana ou todas as universidades e centros de pesquisa estão nas mãos dos cipaios do liberalismo e do marxismo?
 
Por dever de ofício nós conhecemos todo o panorama da filosofia na Ibero-América país por país e tínhamos uma informação atualizada quando editamos a revista de filosofia e metapolítica Disenso (1994-2000). Atualmente nossa informação é muito mais pobre. De maneira que vamos falar com algum temor de estarmos equivocados.
 
A filosofia na Ibero-América tem milhares de professores que em geral lecionam utilizando manuais que vem da Europa. Há algumas centenas de pesquisadores, que em geral são especialistas no mínimo, em pesquisas que não conduzem a nenhum lado e que, praticamente, não servem para nada. Há também alguns mestres de filosofia, aqueles grandes professores que conseguem mostrar as grandes linhas das ideias em jogo e, finalmente, alguns poucos e contados filósofos que exercem e executam um pensamento especulativo, ou seja, um pensamento que é speculum, espelho, do que é a realidade, da nossa realidade.
 
Deixamos ex professo de lado os milhares de “analfabetos loquazes” que são todos aqueles que falam de filosofia sem saber do que estão falando (magos, astrólogos, curandeiros, esotéricos, jornalistas, orientalistas, locutores, políticos, et alii).
 
Brasil teve mestres como don Miguel Reale e teve filósofos como Vicente Ferreira. Hoje conheço um bom filósofo como Nilo Reis de Feira de Santana. Argentina teve mestres como Coriolano Alberini e filósofos como Nimio de Anquín. Hoje tem filósofos como Silvio Maresca. Venezuela teve filósofos como Maiz Vallenilla. México teve Gómez Robledo ou José Vasconcelos, Perú teve Alberto Wagner de Reyna, com certeza o maior filósofo sul-americano da segunda metade do século XX. Colômbia teve mestres como Danilo Díaz Vélez e um grande filósofo como Gómez Dávila. Inclusive o Uruguai teve um mestre de filosofia como Juan Llambías de Azevedo.
 
Todos estes filósofos ibero-americanos, para além da sua filiação política, têm um tema em comum: a nossa identidade e o sentido da Nossa América.
 
O marxismo não tem nem teve filósofos, apenas ideólogos, isto é, pessoas que usam as ideias em função dos interesses de um grupo ou classe social. Na América do Sul o marxismo penetrou nos quadros da Igreja a partir do diálogo de católicos e marxistas, no qual os católicos foram usados como carne de canhão na luta por uma libertação, na qual sempre faltou o povo, que estava à margem desta deformidade teórica. A filosofia da libertação, de matiz marxista, ficou somente na enunciação de um programa sem desenvolver nenhuma tese própria ou duradoura na filosofia.
 
Buela fotografado durante uma entrevista em Madrid, em Novembro de 2008.
 
Atualmente há uma grande discussão nos movimentos nacionalistas da Europa e da Ibero-América a respeito do bolivarianismo venezuelano e o seu “socialismo do século XXI”. Para alguns, o chavismo seria uma proposta nacionalista de Terceira (ou Quarta) Via. Para outros, o regime venezuelano é uma variação mais ou menos disfarçada do velho comunismo cubano, com muito discurso e nenhuma substancia. Qual a sua opinião a respeito deste tema?
 
O movimento chavista da Venezuela é para nós uma grande desilusão intelectual e um fracasso político. Uma grande desilusão intelectual porque acreditávamos no “bolivarianismo”, pois para nós o apelo a Bolívar tem um enorme significado. É um fracasso político porque com a morte de Chávez caiu o que ele havia feito de bom. Hoje o regime venezuelano, no descalabro mais angustiante, não beneficia nem mesmo os cubanos. Nós estivemos na Venezuela duas vezes e com o comandante Chávez três (duas na Argentina e uma em Caracas). Lembro que comentei com ele a proposta de Correa, secretário-geral da CGT de Cuba, de criar um partido único, que esse seria o abraço de urso para a Venezuela. As coisas vão de mal a pior na pátria de Bolívar e é porque, como dizia Aristóteles em Protréptico, “a falta de formação (paideia) combinada com o poder, engendra o desatino”.
 
Temos visto muitas declarações de boas intenções por parte dos presidentes do Mercosul – principalmente das presidentes do Brasil e da Argentina – e muito pouco de efetivo no processo de integração da Ibero-América. O senhor acredita que ainda podemos esperar algo positivo do Mercosul ou devemos buscar outro modelo para fortalecer as relações entre os nossos países?
 
O Mercosul não tem sido outra coisa além de uma aliança comercial entre as burguesias de Buenos Aires e São Paulo. Só isso.  
 
Uma integração entre Brasil e Argentina tem que começar pelo que temos em comum: ver o inimigo no imperialismo anglo/norte-americano. E tudo o que venhamos a fazer deve girar em torno dessa premissa. 1) Consolidar mecanismos de defesa comum (produção para a defesa). 2) Uso exclusivo do portunhol como língua comum, eliminando ou modificando os termos que nos confundam. 3) Equivalência universitária, jurídica, comercial, civil e penal. 4) moeda, Banco Central, bolsa e aduana comuns.
 
Não há nenhuma possibilidade de integração sul-americana real e efetiva sem uma integração prévia entre Argentina e Brasil. Convocar Suriname e Guiana para uma possível integração sul-americana é convocar Holanda e Inglaterra, o que não faz sentido politicamente. 
 
Depois de ler o seu livro “Hispano-América contra o Ocidente”, recentemente traduzido para o português, me pareceu que há muitos pontos convergentes entre o pensamento do senhor e do fundador do integralismo brasileiro, Plínio Salgado. Qual a sua opinião a respeito da obra de Salgado? Pode-se dizer que os senhores pertencem à mesma linha de pensamento quando defendem a visão de que os países da Ibero-América são o resultado de uma cultura de síntese? Gostaria de enviar uma mensagem para os militantes integralistas?
 
Plínio Salgado foi um homem excepcional que superou o seu tempo e os seus meios. Sua proposta de uma Revolução Integralista se apoia na doutrina social da Igreja, na recuperação da identidade nacional, na crítica ao capitalismo internacional “para opulentar os cofres de Wall Street e da City”, segundo as suas palavras. Propõe uma sã e criteriosa reforma agrária e uma terceira posição para além do liberalismo e do marxismo. A união entre tradição e ciência. A integração da Nossa América: “Temos de reatar o fio da política bolivariana, iniciando, porém, a campanha por um esforço no sentido de uma unidade sentimental, cultural e econômica”. Em fim, tem um ar de proximidade com o peronismo.
 
Plínio Salgado é, ademais de político, um pensador político de raiz católica tradicional e ele o demonstra não apenas em suas ideias mas também nos autores católicos citados em todas as suas obras: monsenhor Fulton Sheen, Louis Saleron, Oliveira Viana, Michele Federico Sciacca, Leo Gabriel, Nicolás Berdiaev e tantos outros. E nesse sentido a sua definição de Estado coincide totalmente com a visão católica de todos esses pensadores: “Não podemos conceber um Estado que, sendo parte, absorva o todo: o todo que é a Nação”. Como vemos, a acusação de totalitarismo que se faz contra Salgado é totalmente falsa. O que ele propõe é: “Os governos fortes, mantenedores das liberdades públicas e disciplinadores das liberdades privadas que atentam contra as públicas.”
 
Aqueles que fazem parte do pensamento único e que fazem parte do politicamente correto demonizaram-no, principalmente no Brasil. Diante de tais falsidades e mentiras, o melhor é guardar silêncio e trabalhar no que ele trabalhava. Por exemplo, a recuperação da tradição tupi-guarani inserida no mundo criollo, no mundo gaúcho e caboclo que abarca os três estados do sul do Brasil. Se me lembro bem, Salgado tinha um palavra de ordem: Anauê, que na língua tupi quer dizer: “você é meu irmão”.  
 
Por tudo isso, gostaria de deixar uma mensagem aos atuais militantes dessa corrente política: O Integralismo brasileiro é uma Revolução Inconclusa que vocês têm que concluir, tem de realizar.
 

Alexandre Villacian

Um dos dirigentes do núcleo de Curitiba (PR), Alexandre é também coordenador da Secretaria de Relações Internacionais da Frente Integralista Brasileira.


Notas:
[1] Para quem desejar conhecer melhor a teoria do Disenso, basta acessar a página disenso.info


14/03/2014, 16:13:16



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