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Nacionalismo no Mundo: ORDEN!

Com apenas 21 anos, Andrés della Chiesa já é um experiente militante político na Venezuela do sombrio regime chavista. Aliás, esse não é o nome verdadeiro do jovem escritor, que participa desde os 16 anos das fileiras nacionalistas. Por motivo de segurança, estamos mantendo em sigilo o seu verdadeiro nome. É pelo mesmo motivo que optamos por mostrar apenas uma foto (mais abaixo) em que ele aparece de lado. Afinal, toda cautela é pouca com o governo chavista, frequentemente definido como “nem ditadura, nem democracia. Um híbrido”. A entrevista desse estudante de letras da Universidade de Buenos Aires, que responde pela Coordenação de Assuntos Internacionais do movimento nacionalista venezuelano ORDEN é interessante, entre outros motivos, pela semelhança entre a situação política na Venezuela e no Brasil. Não pude deixar de sentir uma profunda empatia enquanto lia as respostas do Andrés às minhas perguntas, quando ele discorria a respeito de um governo orgulhoso de suas suspeitas urnas eletrônicas, de uma massa de eleitores miseráveis conquistada por políticas assistencialistas ou de políticos despidos de ideologias ou programas. Será que o Andrés estava mesmo falando somente da Venezuela?

Boa leitura!
 
***
 
Infelizmente, a maioria dos brasileiros sabe muito pouco a respeito da vida política da Venezuela, nada além do que é dito nos noticiários dos grandes meios de comunicação. Poderia nos falar um pouco a respeito das origens e das raízes históricas do ORDEN e do nacionalismo venezuelano?

Certamente. ORDEN nasce como uma necessária alternativa ao atual sistema, de caráter partidocrático e taxativo. Consideramos, em princípio, que o vínculo mais importante que pode unir os cidadãos é a nação, pois nela não existe nenhum tipo de diferenciação social, racial ou econômica. Neste sentido, encontramos forte inspiração naqueles governos e personagens que tiveram como estandarte o desenvolvimento integral da mesma e o seu correto desenvolvimento. O progresso se mede pelos fatos, não pelas palavras, e esse é o problema principal da nossa sociedade. Pelo menos no caso venezuelano. Voltando à pergunta, poderíamos dar os exemplos de Marcos Pérez Jiménez, que teve por visão a construção de uma pátria digna, próspera e forte; José Antonio Paez, verdadeiro refundador da pátria venezuelana e homem de visão estratégica excepcional. Da mesma forma prestamos muita atenção a certos personagens que a História deixou de lado, mas que formam parte fundamental da nossa idiossincrasia. Personagens como Carlos Otto Meyer Baldó, Humberto Fernández Morán o Renny Ottolina.
 
Quanto às nossas raízes intelectuais, posso assegurar que aí estão radicados o nosso trabalho e o nosso mérito. O erro do nacionalismo no passado foi não saber construir um princípio forte e próprio à nossa identidade nacional. O que conseguimos foi construído tendo quase nada como ponto de partida, com algumas doutrinas básicas tomadas do Novo Ideal Nacional. Entretanto, se tivesse que indicar um bom ideólogo venezuelano esquecido pelo tempo, daria o nome do Dr. José Ramón Gutiérrez Rodriguez ou o de Laureano Vallenilla Lanz.  
 

O que muda com a morte de Chávez? E as eleições? Podemos esperar surpresas ou o regime é imbatível nas urnas?

Muitas coisas mudam, não poderíamos esperar menos do desaparecimento de um caudilho de tamanha magnitude. Entretanto, muitas coisas continuarão iguais.
 
Há uma coisa que deve ficar claro e é o fato de que na Venezuela não existe legitimidade eleitoral. Isso sem deixar de lado que o chavismo tem peso político, gigantesco, mas não existe equilíbrio e nem legalidade alguma que possa legitimar o processo eleitoral. Para começar, o Conselho Nacional Eleitoral não passa por uma auditoria desde 2004. Há várias organizações que tem pedido impugnações (durante as apurações eleitorais) e nenhuma foi considerada procedente. Temos casos de pessoas com cédulas duplicadas, células vencidas, estrangeiros com documentos de votação sem serem cidadãos venezuelanos, cidadãos mortos que ainda votam, presos, etc. E o mais extravagante e surpreendente é que o oficialismo  sente-se profundamente orgulhoso de seu sistema, o eletrônico. É um mecanismo sem dúvida intimidador, pois as cédulas eleitorais em papel, que poderiam ser utilizadas para impugnar irregularidades, não são legalmente vinculantes. Em um sistema como o que temos é simples controlar as eleições. Finalmente, todos os dados eleitorais tem que passar pelo CANTV, entidade governamental que controla as telecomunicações na Venezuela. Isso, somado às demonstrações óbvias e públicas dos diretores do Conselho Nacional Eleitoral em favor do governo, quando deveriam ao menos aparentar serem árbitros imparciais, é motivo suficiente para desconfiar da autenticidade e legitimidade de qualquer resultado eleitoral na Venezuela. Dessa maneira, o regime é, sim, “imbatível” nas urnas. Não esperem nenhuma surpresa a menos que a oposição negocie com o governo.
 
Manifestação do ORDEN no último dia 23 de janeiro, quando a organização mais uma vez posicionou-se tanto contra o governo chavista quanto contra a oposição "caprillista".

É conhecida a política chavista de “solidariedade” com os países que têm regimes comunistas ou de esquerda na América Latina, como Cuba, Equador, Bolívia e Nicarágua. Até que ponto esta política prejudicou a economia venezuelana?

Essa pergunta pode serretórica. Bem, é só observar o atual estado das coisas na Venezuela e os poucos investimento que foram feitos para a quantidade de recursos que possuímos. Meus conhecimentos de economia não são suficientemente extensos para dar uma resposta detalhada, com índices mercantis e tudo o mais, mas a lógica se sobrepõe a todo o resto. Em um país onde ainda há áreas em que a água não chega, onde há cada vez mais pobres, o que contribui para criar o problema da marginalidade; se esta situação é contrastada com os presentes teatrais que Chávez fazia aos outros países para parecer um herói latino-americano, acho que a resposta é clara. Nós sempre acreditamos, como diz o ditado, que você não pode permitir "a escuridão na casa e a claridade na rua". Muito menos um presidente. Embora a situação tenha mudado, eu duvido que irá haver uma mudança na maneira como vem sendo conduzida a política econômica da Venezuela, realmente duvido. Esses recursos que são investidos no exterior são recursos que deixam de ser investido no país, simples assim.
 

A coalizão opositora MUD tem tratado de apresentar-se diante do mundo como vítimas da ditadura chavista e como os defensores dos direitos humanos na Venezuela. Entretanto, em um recente evento do MUD, militantes e simpatizantes do ORDEN foram violentamente agredidos quando tentaram manifestar-se. O verdadeiro MUD coincide com a imagem que buscam apresentar no estrangeiro? Qual é o verdadeiro papel do MUD e seu principal expoente, Henrique Caprilles, na política venezuelana atual? É prefirível Maduro ou Caprilles ou não há diferenças significativas entre os dois?

Não, de maneira alguma coincidem as suas intenções com a imagem que tentam vender. Seja na Venezuela ou em qualquer parte do mundo. A mal nomeada “Mesa da Unidade” é herdeira direta da histórica partidocracia entre a Ação Democrática e o Copei, o que tanto chamam de “Quarta República” e que serviu de antesala à catástrofe atual. Quando o governo acusa o MUD e seus líderes de serem agentes da "direita", está sendo feito um jogo político para o qual estes últimos se prestam alegremente: continuar incutindo o materialismo histórico e a sua dialética particular. Na Venezuela, dentro do sistema, não há nenhum partido de direita. Nenhum. Darei nomes: Vanguardia Popular, Primero Justicia, Acción Democrática, Un Nuevo Tiempo, etc. Todos são partidos de esquerda, alguns são cisões de outros. Na realidade, Leopoldo López, líder do Vanguardia Popular, é membro da Internacional Socialista. O único partido que historicamente nasceu como um movimento ortodoxo e com certo matiz de verdadeira direita foi o Copei e que, da exata maneira como afirmou Germán Borregales, fundador do MAN, foi destruído por Rafael Caldera.
 
Portanto, o papel do MUD e de Capriles Radonski é o de construir a ilusão da democracia, fazer as pessoas acreditarem que há muitos agentes em luta, que na realidade são os mesmos e que têm as mesmas intenções, apesar das lutas individuais pelo poder. Henrique Capriles Radonski é uma peça de um jogo muito maior. Não possui nenhum mérito para ter a liderança que deram a ele. Foi um péssimo prefeito e um governador ainda pior.
 
Quanto ao ataque do qual fomos vítimas: não foi uma surpresa. No passado muitos movimentos nacionalistas foram perseguidos por esses partidos com maior afinco e por meios mais ameaçadores. Acreditamos que ficou claro a patética e dupla moral do MUD no nosso ato de 23 de janeiro.
 
Ao me perguntar se um ou outro é preferível, da minha posição direi que nenhum. Para mim não há diferenças significativas para além das formas; no fundo são iguais.
 

ORDEN tem manifestado a sua oposição tanto ao comunismo como ao capitalismo liberal. Quais seriam as mudanças necessárias no atual sistema econômico capitalista para criarmos uma sociedade mais solidária e menos centrada no lucro? Como podemos destruir o atual sistema econômico baseado na usura?

É um trabalho complicado e, em princípio, cultural e, como todo trabalho cultural, é generacional. O grande problema de lutar contra o atual estado de coisas é enfrentar um inimigo extremamente perigoso. Se quisermos uma sociedade mais solidária e mais justa temos que nos desfazer primeiro do discurso errado, do discurso marxista, que parte de concepções erradas e que cria uma visão endocêntrica de mundo. É um discurso segregacionista que dá maior arrogância e maior peso político ao pensamento capitalista. Ambos estão errados. Para o ORDEN o valor das coisas está no trabalho, que é o verdadeiro valor de uma nação, e não há melhor indicador que a sua produtividade. Na Venezuela não há cultura do trabalho, há sim um aumento nunca antes visto de conformismo e parasitismo social. O venezuelano se acostumou a viver sustentado pelo governo e extirpar esse germe não será tarefa fácil. A usura se combate com uma política férrea, mas também criando consciência cidadã. O cidadão da Venezuela não é frouxo, ele trabalha, mas se puder buscará a forma mais fácil de concretizar esse trabalho, muitas vezes deixando de lado qualquer ética ou instrução moral recebida.
 
É possível um mundo melhor, isto não é apenas uma utopia, mas os que sustentam este discurso atualmente estão equivocados e não ficam aborrecidos em se equivocarem. Por isso é que para os liberais nós somos uns coletivistas e, para os marxistas, uns nazistas, por causa do nosso amor à pátria.
 

Conheço muitos nacionalistas da América Latina e da Europa que defendem o nacionalismo chavista como uma terceira via, nem capitalista e nem comunista. Um dos principais argumentos dos defensores do chavismo é a suposta colaboração de Chávez com o nacionalista argentino Norberto
Ceresole no início do seu governo. Como responderia a estes comentários?

Há muita desinformação. Não se pode esquecer que Norberto Ceresole pertenceu ao ERP-22 de Agosto, uma guerrilha revolucionária da esquerda argentina, tampouco que ele sempre defendeu a União Soviética ou que chegou a dar conselhos a Salvador Allende. Para mim, Ceresole foi um homem muito contraditório, por vezes com um profundo amor pátrio, no seu momento de maior envolvimento com o peronismo, o autêntico; outras vezes foi muito próximo do comunismo, ainda que no final da sua vida começou a afastar-se da influência marxista e isto levou à ruptura final com o regime de Chávez. 
 
Estive em contato com camaradas nacionalistas de outros países. Tanto com vocês brasileiros como com cidadãos argentinos, chilenos, peruanos, espanhóis, franceses, italianos, entre outros. Em mais de uma ocasião me dei conta do nível de deturpação da maquinaria internacional do chavismo. Sim, o endeusam como um paladino anticapitalista e nacionalista.
 
Nada mais longe da realidade. Venezuela nunca deixou de ser o primeiro exportador de petróleo para os Estados Unidos, apesar de terem sido retiradas concessões dos americanos para serem outorgadas a China ou Rússia, com margem de lucro maior do que tinham as companhias norte-americanas. Chávez não representa nenhuma terceira via, de nacionalista não tem nem o nome. Na Venezuela jamais existiu tal estado de ingerência por parte de outras nações. Eu recomendo deixar de prestar atenção aos discursos e em troca testemunhar os fatos. A vanguarda oficial sempre foi comunista, anarquista, socialista e seus interesses sempre se alinharam aos de Cuba.
 

Muitos brasileiros não sabem, mas entre 1819 e 1830, pouco depois da independência em relação a Espanha, a Venezuela foi parte da Gran Colombia, que compreendia os territórios atuais da Venezuela, Colombia, Equador e Panamá. Atualmente, muitas pessoas na Venezuela defendem o restabelecimento da Gran Colombia. Qual o posicionamento do ORDEN a respeito disso?

Somos contra. Precisamente defendemos a figura de José Antonio Páez como refundador da nossa nação porque conseguiu evitar uma grande débâcle, e esta seria a bajulação e a submissão a que seríamos submetidos se ficássemos orbitando o núcleo, a Nova Granada, hoje Colômbia. Gran Colombia era um projeto insensato e daninho naquele momento porque os venezuelanos já haviam construído sua identidade como povo.
 
Não é o caso da Colombeia (a América Hispânica) de Francisco de Miranda, porque todos continuávamos compartilhando uma identidade hispânica comum. Isso é curioso porque a distância temporal entre um momento e outro não é muito grande, mas assim funciona o relógio dos acontecimentos. Finalmente, fazer parte de uma nação como essa teria significado a perda da nossa idiossincrasia ou sublimação absoluta. Defender essa postura como venezuelano é trair a pátria e desconhecer a História.
 
Andrés della Chiesa, que responde pela Coordenação de Assuntos Internacionais do movimento nacionalista venezuelano ORDEN, e também nosso entrevistado, é o que está segurando a bandeira falangista, à direita.

Graças à suspensão do Paraguai no Mercosul, a Venezuela agora é membro pleno da organização. Outros países com governos marxistas na América do Sul, como Equador e Bolívia, também expressaram o seu interesse em unir-se ao Mercosul. Qual a posição do ORDEN a respeito da participação da Venezuela no Mercosul? Vocês acreditam que essa organização possa funcionar adequadamente da maneira como está hoje? Qual deveria ser a base para a cooperação entre as nações da América do Sul?

Não, a Venezuela atualmente não tem nem voz e nem voto no Mercosul. É muito simples: não temos nada para oferecer. Um país que importa 90% do que consome, cujas empresas não tem nenhum tipo de incentivo por parte do governo, onde a liberdade de investimentos é limitada em todos os sentidos, pouco pode fazer para competir com empresas argentinas e brasileiras. A entrada da Venezuela na organização implica em mais uma série de facilidades para países que têm vivido do que o petróleo venezuelano pode oferecer. As coisas não vão mudar. Não há nenhuma maneira de, na atual situação, a Venezuela sair ganhando, pelo motivo que eu já disse: a ausência de competitividade. De fato, é um peso a mais. A base para a cooperação deve ser a igualdade de condições. Países sem equidade comercial não estão em condições de cooperar. É uma grande mentira o espírito colaborador dos dirigentes atuais. Não interessa a eles desenvolver as suas nações e sim os seus bolsos. Posso falar de vários casos de parentes (que são integrantes) do governo com a mão bem assentada em empresas fantasmas que buscarão beneficiar-se do Mercosul. Não sei se o tiro não sairá pela culatra.
 

ORDEN não é, atualmente, um partido político. Pensam no futuro se tornarem um partido e concorrer em eleições? Ou o ativismo de vocês possui outra vocação? Quais são os planos para o futuro?

Sim. O ORDEN irá buscar, eventualmente, apresentar-se como alternativa política. Nosso trabalho atual é o de estabelecer as bases e demonstrar o que estamos propondo. Foi considerada a proposta de redigir um livro com a nossa ideologia e as nossas propostas para a nação. Acredito que isso faz diferença, ainda mais em um país onde se vota em personagens e não em uma forma de se fazer política. Os dirigentes na atualidade não possuem ideologia e não propõem argumentos ou métodos com os quais tratar as diferentes problemáticas do país. Essa situação criou o chavismo, que possui propostas. Negativas, desastrosa, populistas, mas, enfim, propostas.
 
Também estamos profundamente interessados na cultura. É vital que os venezuelanos se instruam em todas as áreas, desde a História até as Artes e as Ciências. Esses temas são fundamentais para nós se queremos que a nossa nação seja digna e próspera. O progresso é conseguido incutindo no cidadão a capacidade de raciocinar e criar.
 

Sobre quais bases nós, nacionalistas da América Latina, podemos lutar juntos contra o liberalismo e o esquerdismo em nossos países? Gostaria de enviar uma mensagem aos integralistas brasileiros?
 
 
Uma vez eu tive a honra de poder discursar para os camaradas do Partido Popular da Reconstrução, em Buenos Aires. Foi um 12 de outubro, creio. Falei nesse momento da importância vital que há em diferenciar esse conceito nocivo da “Grande Pátria”, que não é mais do que a última tragicomédia do Foro de São Paulo, e trocá-lo pelo termo “Confederação”. Como nacionalistas, acreditamos que a unidade é possível e necessária, mas respeitando a livre determinação de cada povo. Uma Confederação Nacionalista equivaleria a uma cooperação entre as nações em busca do desenvolvimento de técnicas apropriadas para a construção de um pensamento crítico, patriótico e com consciência de trabalho. Estas questões são fundamentais. Tanto a esquerda como o liberalismo, que são parentes próximos entre si, tem sido uma toxina letal para os nossos países. Mergulharam-nos na miséria e na ignorância. Minha mensagem para os camaradas integralistas é a de continuar lutando. O caminho é longo, mas temos que atravessá-lo. Vocês têm mais experiência nisso do que nós, muitos anos de trabalho honroso e digno. Unidade e sacrifício, nada mais. Um forte abraço para todos os amigos e camaradas do Brasil.
 
 
Alexandre Villacian
Um dos dirigentes do núcleo de Curitiba (PR), Alexandre é também coordenador da Secretaria de Relações Internacionais da Frente Integralista Brasileira.
 
 
Notas:
[1] A página do ORDEN pode ser acessada pelo seguinte endereço: http://nacionalistas.com.ve/
[2] Leia a primeira entrevista da série "Nacionalismo no Mundo": http://www.integralismo.org.br/?cont=781&ox=175
 

24/03/2013, 04:51:38



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