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Em defesa dos símbolos religiosos e contra os inimigos do Brasil

O MPF (Ministério Público Federal) de São Paulo determinou, em 2009, a retirada de crucifixos de edifícios públicos federais, em nome da defesa do “Estado laico”, ou melhor, laicista ou mesmo ateísta militante, sob a alegação de que os não católicos se sentiriam ofendidos com aqueles símbolos. O pedido, porém, foi negado em primeira instância, havendo a juíza responsável, sabiamente, considerado natural a exibição de crucifixos em um País de “formação histórico-cultural cristã”.

Há poucos dias, o Conselho da Magistratura do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul acatou pedido da “ONG Liga Brasileira de Lésbicas” no sentido de retirar crucifixos e demais símbolos religiosos de todas as salas dos espaços públicos dos prédios da Justiça daquele Estado, enquanto o Presidente da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) do Rio de Janeiro, Wadih Damous, bem conhecido por sua defesa da liberalização do aborto e das drogas, criticou a presença de um crucifixo no plenário do STF (Supremo Tribunal Federal), que reputa inconstitucional.

Antes de prosseguir em nossas breves e singelas considerações a respeito de tal questão, reputamos oportuno assinalar que não concordamos apenas com o Estado laicista e o Estado ateu militante, mas com a própria ideia de Estado laico, defendendo um Estado que afirme Cristo e Seu Reinado Social, e que, embora tenhamos empregado o adjetivo “federal” e nos referido ao Rio Grande do Sul como “Estado”, consideramos que o Brasil, por sua natureza e Tradição Histórica, não é uma Federação composta por Estados, mas sim um Império constituído por Municípios, suas células políticas naturais, e por Províncias.       

Conhecemos diversos não católicos, muitos dos quais, inclusive, ateus, que não apenas não são contrários à presença de símbolos religiosos católicos em locais públicos como também a apóiam, conscientes que estão de que o Brasil, nascido e crescido sob o signo da Cruz e do espírito de Cruzada que animou a Reconquista, as Grandes Navegações, o Bandeirismo, a guerra de expulsão contra os holandeses e tantos outros gloriosos episódios de nossa História, é uma Nação essencialmente cristã. Do mesmo modo, todos têm a intuição de que os símbolos religiosos não ferem a Constituição jurídico-formal brasileira e de que a presença destes no espaço público é, ao contrário, reclamada por nossa Constituição Histórico-Tradicional e Social, anterior e superior àquela.

Assim, só se podem ofender com a presença de símbolos religiosos os inimigos do Brasil, de sua Tradição, de sua Cultura, de sua Constituição Histórico-Tradicional e Social, militantes não só anticristãos e antinacionais como também antinaturais, que, para ser coerentes, deveriam defender, por exemplo, a destruição da estátua do Cristo Redentor, o fim dos feriados religiosos e a mudança de denominação de todos os Municípios e Províncias com nomes de santos, sem falar no afastamento de princípios cristãos como a Justiça Social, a Dignidade da Pessoa Humana e a Função Social da Propriedade, em sua definição tomista, adotada em nosso ordenamento jurídico.

Contra esses pequenos e grandes inimigos da Pátria e da Tradição Brasileira, agentes das forças de dissolução moral e social da Nação, servos da internacional dourada e da internacional vermelha, ambas controladas pela mesma chandala de fariseus, devemos nós outros, as pessoas de bem, nos unir, constituindo uma frente ampla em defesa dos valores perenes sintetizados na divisa “Deus, Pátria e Família”, formando, assim, uma autêntica aristocracia da virtude, digna de combater na Grande Cruzada que se faz necessária para a salvação do Brasil e de toda a Cristandade. Que nossa palavra de ordem seja o brado dos soldados carlistas de Espanha e dos cristeros do México: Viva Cristo Rei!

Por Cristo, pelo Brasil e pela instauração de uma Nova Civilização Cristã!

 

Victor Emanuel Vilela Barbuy,
Presidente Nacional da Frente Integralista Brasileira.
São Paulo, 16 de março de 2012-LXXIX. 


16/03/2012, 12:03:08



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