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Refutando Relativismos

Por Rafael Sandoval*

Há algum tempo que tenho observado os quão disparatados andam militantes de ideologias internacionalistas. É comum se há um debate com feministas alegarem que os comportamentos são convencionados pela sociedade, isto é, não há um homem nem uma mulher naturalmente, pois masculinidade e feminilidade são resultantes da cultura e não da dicotomia sexual biológica e, por conseguinte, não havendo uma essência. Trata-se essa concepção de uma deformação lógica, porquanto não leva em consideração a evidência. Ora, basta-se apenas perceber o próprio corpo para que evidentemente se perceba distinções sexuais; em outras palavras, falando-se de forma rude, “basta-se apenas que se abram as próprias calças para ver as diferenças”. Assim, os relativismos negam a verdade – o que é definitivamente um “estupro” da lógica.

Qualquer estudante iniciante de lógica conhece o que é o juízo e conseqüentemente que a verdade é propriamente a conformidade do intelecto á coisa. Dessa forma, se afirmo que esta mesa a minha frente é quadrada, será verdade se de fato a mesa for quadrada, se minha afirmação for conforme a realidade da mesa; porém se afirmo que a mesa é quadrada e de fato não for quadrada, então haverá contradição. Poder-se-ia seguramente afirmar que homens e mulheres possuem diferenças, diferenças estas naturais criadas pelo bom Deus sem haver o risco de haver contradição, portanto será uma verdade e algo fora disto não será biológico, mas um desvio propriamente psicológico.

Feministas radicais tendem a esbravejar por todos os cantos amaldiçoando todos aqueles que discordam delas, inclusive, afirmando categoricamente que homens e mulheres são iguais até mesmo em condições físicas. Pois bem, intelectualmente elas já provaram serem tão inteligentes quanto os homens (muitas até mais do que muitos homens), embora resguardando as devidas diferenças. Dessa forma, há de vermos as evidências: homens e mulheres são diferentes e isto não é machismo de minha parte é sim evidência.

É tal a desonestidade intelectual das feministas radicais que, segundo as mesmas, pregam o “Direito de decidir, soberania do próprio corpo” e todo conjunto de palavratório oco que ludibria somente espíritos obtusos e, parafraseando Plínio Salgado, estudantes bisonhos. Talvez, este tipo de coisa se dê por desconhecimento filosófico-lógico. Ora, utilizando de uma analogia, se a mulher tem o pleno direito de decidir sobre a vida e a morte de uma criança que está em gestação por este ser, segundo elas, “indesejado”, da mesma forma, um homem que fosse ser pai de um filho, por assim dizer, “indesejado” também poderia optar por não assumi-lo. Outro mau argumento das abortistas é que a mulher pode fazer o que bem entender com o próprio corpo, pressupondo assim que a vida do nascituro é menos importante. Ora, a vida começa na concepção, sendo assim, já há a existência de um ser ainda no ventre da mãe; isto é, já há vida que se tornará plena no nascimento. Com efeito, a vida não começa no nascimento objetar-se-ia filosofastros abortistas argumentando o contrário, dizendo que a vida somente se inicia no nascimento. Até mesmo a ciência aceita que a vida começa na fecundação.

Não se trata, porém, de definir a vida ou vivência, como queiram, como a existência de um conjunto de órgãos. Não. Ora, é sabido que há pessoas que mesmo com dano cerebral vivem; outras em estado vegetativo e inconscientes (portanto, também viventes) porquanto ainda há vivência inconsciente.

Concluo este pequeno artigo advertindo a nação, sobretudo as mulheres que não se deixem enganar. É necessário que não sejamos ingênuos ante ideologias que pouco ou quase nada possui de racional; pior, que pouco de honestos possuem que se baseiam em mera retórica, mero palavratório oco. Não sejamos vítimas, sobretudo dos ideais marxistas do atual governo que deseja com seu Programa Nacional dos Direitos Humanos - PNDH – 3 “descriminalizar o aborto”.


* Rafael Sandoval é membro da FIB-DF e ocupa o cargo de Coordenador Regional do Centro-Oeste.

 


15/01/2010, 19:50:01



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