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'Direitos Humanos' e 'Ditadura do Proletariado' no século XXI

Não é invenção nova dos mentores das correntes marxistas a adoção e apropriação de termos completamente distantes do que pregam e tentam aplicar. A tática vem funcionando já há décadas para arrebanhar milhões de estúpidos que seguem os nomes falsos e abrem mão de conhecer o mínimo da verdade.
A última e mais concreta prova de tal fenômeno e sua eficiência é o golpe dado em nosso ingênuo ilustre, Presidente da República. A corja preparou uma aberração e sabia como fazer o ingênuo assinar em 5 segundos: muito texto (com evidente uso de recursos para aumentar o tamanho total do documento) e um "belo" título. Pronto, foi decretado pelo Estado Brasileiro oficialmente um passo firme rumo à "revolução comunista"!

Leiam a íntegra, é longo e curioso e evidentemente não é leitura para semi-analfabetos, omissos, covardes mentais, preguiçosos ou irresponsáveis:
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Decreto/D7037.htm

No texto, até se encontram boas propostas em uma leitura rápida, mas não pretendo entrar no assunto Direitos Humanos (de verdade) [e que equivocadamente estão desconectados dos Deveres], falemos apenas dos "Direitos Humanos [B]". É fácil notar a grande proporção de questões inseridas no texto que não possuem relação com o tema oficial (as dissertações introdutórias rasteiras tentam justificar ou camuflar a manobra). Também quero apenas apontar algumas das "pérolas" sem aprofundamento:
- "Reconhecer e incluir nos sistemas de informação do serviço público todas as configurações familiares constituídas por lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais, com base na desconstrução da heteronormatividade" - desconstrução da humanidade, diria o Papa ou qualquer simples observador;
- "autonomia das mulheres para decidir sobre seus corpos", sobre o aborto (o presidente decreta, portanto, que o bebê não é humano e que a questão é corpo);
- "Apoiar a incorporação dos sindicatos de trabalhadores e centrais sindicais nos processos de licenciamento ambiental de empresas";
- "Desenvolver mecanismos para impedir a ostentação de símbolos religiosos em estabelecimentos públicos da União." - entre outros exemplos compõe o esforço no combate à tradição cristã brasileira. Enquanto o curioso apoio à tradição cigana é objeto do mesmo documento: "Garantir as condições para a realização de acampamentos ciganos em todo o território nacional, visando a preservação de suas tradições, práticas e patrimônio cultural."
- "Expandir e consolidar programas de serviços básicos de saúde e de atendimento domiciliar para a população de baixa renda, com enfoque na prevenção e diagnóstico prévio de doenças e deficiências, com apoio diferenciado às pessoas idosas, indígenas, negros e comunidades quilombolas, pessoas com deficiência, pessoas em situação de rua, lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais, crianças e adolescentes, mulheres, pescadores artesanais e população de baixa renda." - quantos brasileiros foram excluídos do tratamento especial? Seriam quantos mil homens, heterossexuais, de cor pura amarela ou branca (ou mestiços não são também índios ou negros?), com renda acima de 3 salários mínimos, sem qualquer defeito físico, com casa própria, idade entre 19 e 55 anos e que não pesquem?
- "Garantir os direitos trabalhistas e previdenciários de profissionais do sexo por meio da regulamentação de sua profissão" - só faltou colocar que pretentem fomentar a "renda sustentável transversal multietnicocultural poliequitária dos atores transdisciplinares" por um programa de turismo sexual.
- "Apoiar a alteração da Constituição para prever a expropriação dos imóveis rurais e urbanos nos quais forem encontrados trabalhadores reduzidos à condição análoga a de escravos." - quem constata tal analogia, a CUT? Quem sabe seria o fim da propriedade imobiliária.
- "Realizar debate sobre o atual modelo de repressão e estimular a discussão sobre modelos alternativos de tratamento do uso e tráfico de drogas..." - a ÚNICA referência a tráfico de drogas é esta que propõe debate a alternativas a repressão.
- "Desenvolver e divulgar pesquisas públicas para diagnosticar os impactos da biotecnologia e da nanotecnologia em temas de Direitos Humanos." - vincular uma tecnologia inexistente (nanotecnologia) a direitos humanos só pode ser trabalho para uma "ONG" ou "Instituto" receber uma mesada, a exemplo dos diversos cursos e elaboração de material "educativo".

Não por acaso, fazem o máximo para anular a igualdade do indivíduo perante o estado e sua privacidade. Escondido em meio ao termo-moda "diversidade", verifica-se claro racismo. Foca-se "raça" e não o povo. Colocam intimidades sexuais como parâmetro para privilégios repetindo erros de projetos que circulam no legislativo. Importam e assimilam pensamentos e doutrinas estrangeiras formados pelos que não compreendem e pelos que não admitem a sagrada unidade do povo brasileiro!
Sem falar dos disfarces de termos como transferência de renda, equidade, democracia participativa, etc. etc. tão bem aplicados que são engolidos até pelos supostamente menos interessados.

A confusão, desvio e falta de objetividade do decreto demonstra ser fruto de mais um congresso dominado pela ideologia comunista. Desconsidera a integralidade das questões, abusando do uso de visões simplistas e românticas e sem qualquer enfoque nacional. Rico em termos-moda usados sem responsabilidade, abusa no uso do subjetivo termo sustentabilidade apropriando-se também de questões ecológicas.
Dentre outras perigosas confusões, não há definição clara do que seria a diferença entre uma segurança comunitária e uma "milícia", nem a justiça comunitária da justiça paralela do crime. Seria a presença e supervisão de um membro do "Partido" ou um "líder" criado?

Não fiz qualquer referência a todo o “Eixo Orientador VI: Direito à Memória e à Verdade”. Passo a missão para algum companheiro com mais estômago. Enquanto isso a velha pergunta que nenhum esquerdista quer sequer pensar para responder: - e a legislação ambiental do período militar, o que acham dela ou querem acabar com ela?

Estejam atentos para todos que assinaram o documento. O fizeram às vésperas do Natal e fugiram o quanto possível da publicidade (ou da mentira que defendem de “participação popular”) porque sabem que na verdade contraria valores autênticos de nosso povo.

O documento oficial de nosso Brasil é uma obra importante para estudo. Recomendamos a leitura atenta, o aprofundamento dos debates, e principalmente o combate e o acompanhamento de suas consequências.

Pelo Bem do Brasil!

Anauê!

Lucas P. de Carvalho - FIB-SP

 


12/01/2010, 15:25:58



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