Precisamos de sua ajuda para manter nossas atividades.
Atualmente, além das inúmeras despesas fixas, são também centenas de metas, projetos e desafios a conquistar que dependem de sua colaboração direta. Escolha abaixo como pode nos ajudar:

Ação voluntária

Atue junto aos núcleos, participe de cursos, panfletagens, manifestações e divulgue a doutrina para outras pessoas.
Ação voluntária
OU

Contribuição financeira

Ajude a manter nossos projetos. Para colaborações financeiras, escolha aqui a opção mais adequada a você: boleto ou depósito.
Colabore



A verdade sobre a batalha da Praça da Sé

O dia 07 de outubro de 1934, a Praça da Sé, em São Paulo, entrou para história devido a um ataque terrorista praticado por grupos socialistas, em especial a Frente Única Antifascista (FUA), contra militantes integralistas que promoviam um ato para celebrar o aniversário de dois anos de existência da Ação Integralista Brasileira (AIB).

A marcha Integralista, que teve início pela manhã, já transformava a Avenida Brigadeiro Luís Antônio em um mar de camisas-verdes, onde mais de 10.000 milicianos marchavam no momento em que ocorreram os primeiros incidentes entre comunistas e integralistas. O ponto alto deste conflito, porém, foi na Praça da Sé aonde se concentravam milhares de integralistas vindos de diversas ruas transversais à praça. Os comunistas armados com metralhadoras e escondidos nas sacadas dos prédios, sobretudo no edifício “Palacete Santa Helena”, observavam atentamente a concentração integralista. Quando havia um grande número de militantes concentrados, os tiros tiveram início e logo feriram diversos plinianos, blusas-verdes e camisas-verdes que ali se encontravam assistindo aos discursos dos líderes nacionais da AIB.

O conflito da Praça da Sé durou cerca de uma hora. Nesse espaço de tempo os camisas-verdes tentaram se proteger das metralhadoras comunistas. Alguns integralistas, que eram militares, revidaram ao fogo forçando finalmente os comunistas a se retirarem. Os milicianos cariocas tiveram um importante papel nesta batalha: a milícia do antigo Distrito Federal marchava à frente do desfile, sendo dessa forma um dos grupos mais visados pelos comunistas que atiraram sobre os integralistas das janelas dos edifícios.

Os camisas-verdes cariocas se comportaram com a maior das bravuras permanecendo na praça e entoando o hino nacional. Os dois legionários do Sigma que marchavam a frente da tropa se destacaram: eram os camisas-verdes Adhemar Dias de Oliveira e Idelvel Soleade Rebouças, que era o porta-flama da milícia, marchando à frente da legião. Este último integralista, segundo o jornal paulista Diário da Noite, foi cercado por um grupo de comunistas que o agrediram a bengala e cassetetes. Em seguida, desvencilhando-se dos seus agressores, o porta-flama da milícia carioca correu para o local onde se achava o seu chefe entregando-lhe o estandarte e tombando exausto em seguida.

O saldo do conflito foi sangrento. Mais de 30 pessoas ficaram feridas e algumas foram assassinadas, entre elas estavam os integralistas Jayme Barbosa Guimarães, falecido no dia 08/10/34 e Caetano Spinelli, falecido mais tarde, em 23/11/34. Vale destacar que o miliciano Jayme Barbosa Guimarães devido a sua bravura durante o conflito foi promovido a Tenente-General pelo Chefe Nacional, inspirando outros integralistas de todo o Brasil a combaterem o comunismo.

Os comunistas demonstraram nesta ação sua índole terrorista ao atacar civis numa festividade comemorativa. E, ao contrário da bravata que costumam espalhar, os Integralistas dominaram a Praça da Sé, de onde expulsaram os comunistas. Ao contrário do que se disse na época, e afirmam nos dias de hoje, o integralismo entre 1934 e 1937, quando a AIB foi fechada, cresceu e se multiplicou, ao contrário das organizações comunistas, até chegar a cerca de 1 milhão de adeptos, pois o ataque da Praça da Sé, com os dois Mártires que gerou, acabou por servir como propaganda ao movimento e comprovou o caráter terrorista e antidemocrático dos comunistas. Para encerrar este artigo vale ler a frase publicada no Jornal A Offensiva do dia 11/11/34, atribuída ao grande integralista Brigadeiro Arthur Thompson sobre os acontecimentos do 7 de outubro de 1934: "Nós voltaremos a São Paulo quantas vezes forem necessárias".



Por Jorge Figueira


04/10/2009, 12:10:39



A verdade sobre a batalha da Praça da Sé | - Integralismo | Frente Integralista Brasileira ..