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FIB-SP participou de evento que marcou o 9 de Julho

O comando do Exército Constitucionalista em poder das mulheres – a professora Dorina de Gouvêa Nowill, de 91 anos, assumiu em substituição à Dirce Rudge Pacheco e Silva, 90 anos, que no ano passado se notabilizou por ter sido escolhida a primeira mulher a “comandar” o exército simbólico da Sociedade Veteranos de 32. A transmissão do Comando do Exército Constitucionalista ocorreu durante solenidade comemorativa do 77º Aniversário do Movimento Constitucionalista de 1932, no Monumento ao Soldado Constitucionalista do Parque Ibirapuera, zona sul da Capital. Na leitura da “ordem do dia”, a nova comandante assumiu o compromisso de “manter viva a chama de liberdade e civismo que foi acessa em 9 de julho de 1932”.

A professora participou ativamente da Revolução Constitucionalista de 1932, quando São Paulo se insurgiu contra o governo provisório de Getúlio Vargas. Com apenas 14 anos, ela arriscava a vida para ajudar os soldados que combatiam nas trincheiras. “Cuidamos de feridos, arrecadamos fundos, costuramos uniformes e agasalhos, organizamos o correio militar e até fabricamos munições e capacetes”, relembra a segunda mulher a assumir o comando do Exército Constitucionalista.


Maria Soldado, símbolo da Revolução

O coronel Mário conta que no Mausoléu estão as cinzas de oficiais importantes, como o comandante das tropas revolucionárias, general Euclydes Figueiredo, além de soldados, muitas mulheres e até uma criança. Ele calcula que 72 mil mulheres participaram da Revolução, como a Maria Soldado, que foi a "mulher símbolo da Revolução”, por ter combatido nas trincheiras. Mas outras atuaram como enfermeiras, costureiras e cozinheiras.

Muitos combatentes que lutaram por São Paulo eram de outros Estados brasileiros, mas as urnas guardam também as cinzas de combatentes italianos, japoneses, russos e de outras nacionalidades. Por isso, a nova comandante do Exército Constitucionalista anunciou que será feita, todo ano, uma homenagem especial a cada uma dessas nacionalidades. “Este ano iniciamos pela comunidade italiana, que contribuiu com cerca de 20% de mortos, a maior porcentagem se considerarmos os descendentes de primeira geração”, revelou Dorina Gouveia Nowill. O cônsul geral da Itália em São Paulo, Marco Marsili, representou a comunidade italiana na cerimônia.


Festival de desfiles

As solenidades comemorativas do Movimento Constitucionalista, que atraem público estimado em três mil pessoas, incluindo familiares dos antigos combatentes, também acabaram se tornando um festival de desfiles, onde não faltam carros militares antigos, bandas marciais, escoteiros, sociedades filantrópicas, autoridades de todas as esferas, forças da ONU, escolas municipais e até clubes esportivos. Isso além dos próprios veteranos, que desfilaram a pé, em carros antigos e veículos militares, ostentando distintivos honoríficos e bandeirolas alusivas à Revolução.


FIB-SP marca presença no evento

A secção paulista da Frente Integralista Brasileira (FIB-SP), como é de tradição, participou das homenagens aos Heróis da Revolução Constitucionalista. Com o apoio de uma tenda e uniformizados os companheiros do núcleo da capital paulista realizaram a distribuição de balões azuis, panfletos e cartazes com mensagens diversas. Todo o material divulgado contava com o sigma em destaque. O movimento conseguiu atrair a atenção do público ali presente. A ação da FIB-SP foi elogiada por autoridades e membros da FIB em todo o país e pode ser descrita como modelo para todos os núcleos que desejem participar de similares eventos regionais. Mais do que isso, o integralismo dá uma aula de civismo ao participar das comemorações de um movimento que representa e representou um verdadeiro chamado a democracia e a liberdade em tempos de ditadura.




Por Nova Offensiva
Artigo publicado com base em informações do Governo do Estado de São Paulo e do sítio Sigma Integralista.


14/07/2009, 15:34:07



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