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Em Brasília, milhares manifestam-se em Defesa da Vida

Mais de 70 mil pessoas reuniram-se na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, para declarar sua posição em favor da liberdade de expressão, da liberdade religiosa, da família tradicional e do respeito à vida e aos direitos da pessoa humana nesta quarta (5). Considerado um dos maiores eventos já realizados na capital da nação, a manifestação foi composta por cristãos de diferentes denominações religiosas.

A exemplo das atividades realizadas em 2011, na Marcha da Família, que reuniu 50 mil pessoas, esta semana a Frente Integralista Brasileira enviou novamente representantes a Brasília para acompanhar uma série de importantes eventos relacionados a defesa da vida e da família:  a “6ª Marcha Nacional da Cidadania pela Vida”, realizada na terça (4), a votação pela Comissão de Finanças e Tributação da proposta do Estatuto do Nascituro (PL 478/07), que estabelece proteção jurídica à criança que ainda vai nascer, na quarta (5) e, no mesmo dia, a manifestação que dá título a esta notícia.
 
A “6ª Marcha Nacional da Cidadania pela Vida”, realizada na terça pelo “Movimento Nacional da Cidadania pela Vida - Brasil Sem Aborto” – reuniu cerca de 10 mil pessoas e teve como objetivo nesta edição protestar contra o Projeto de Lei nº 236/2012, que propõe a legalização do aborto até a 12ª semana de gestação e também pela aprovação do Estatuto do Nascituro. Ao menos neste segundo objetivo, as patrióticas organizações em defesa da vida já podem comemorar um significativo avanço: o Estatuto do Nascituro foi aprovado pela Comissão de Finanças e Tributação da Câmara Federal, tendo recebido apenas seis votos contrários – todos de deputados do Partido dos Trabalhadores (PT).
 
Pastores, políticos e membros de diversas organizações não governamentais discursaram no evento.
 
Nesta quarta, no palco de 680m² e 13 metros de altura montado para a manifestação discursaram, das 15h15m às 19hs, pastores, políticos e membros de diversas organizações não governamentais representadas no evento. “Aqui é plenário de todos” – disse o pastor Silas Malafaia, organizador do evento, que mais uma vez reiterou seu discurso sobre a liberdade de expressão. “O Brasil é um estado democrático de direito e ninguém vai calar a nossa voz. Para calar a nossa voz, vai ter que rasgar a Constituição do Brasil”, enfatizou.
 
Discursou também, antecedendo a fala de Malafaia, o Companheiro Paulo Fernando, que trabalha há mais de vinte anos em defesa da vida e da família no Congresso Nacional. Paulo é conselheiro e membro fundador da Frente Integralista Brasileira, além de vice-presidente da Associação Nacional Pró-Vida e Pró-Família e integrante da Comissão de Bioética da Arquidiocese de Brasília e da equipe de métodos naturais. “Imagine o primeiro soldado matando a primeira criança. Essa primeira criança foi a primeira pessoa que morreu em nome de Jesus. A primeira pessoa que morreu em nome de Jesus foi a criança morta por Herodes." - disse Paulo Fernando. "O que temos hoje, em 2013, são os novos Herodes, os Herodes do Supremo que aprovaram o aborto de anencéfalos, os Herodes do Senado que querem aprovar o novo código penal e os novos Herodes na Câmara que querem aprovar leis que atentem à vida e ao casamento na sua fórmula natural." – completou, sendo ovacionado pela multidão.
 
O Companheiro Paulo Fernando discursa para a multidão que lotou a Esplanada dos Ministérios, em Brasília.
 
A FIB tem como um dos temas fundamentais de sua agenda política o “Princípio da Intangibilidade da Pessoa Humana” que, conforme bem definiu o Companheiro Sérgio de Vasconcellos, Secretário Nacional de Doutrina e Estudos, em publicação recente “Tal intocabilidade é extensiva às Projeções do Homem no espaço, no tempo e na Eternidade, isto é, a Propriedade e os Grupos Naturais (a Família, o Município, o Grupo Profissional, o Grupo Político, o Grupo Cultural, a Nação e a Sociedade Religiosa). O Integralismo não reconhece como legítimo nenhum ato, proceda de onde proceder, que atente contra a integridade física, intelectual e moral da Pessoa Humana e de suas Projeções.” Logo, “um Direito Humano absolutamente necessário para que a Intangibilidade seja uma realidade é o DIREITO À VIDA.”
 
A defesa do Integralismo à Vida Humana e aos demais direitos da Pessoa Humana é uma radical oposição ao poder econômico internacional, “que há décadas vem desenvolvendo um vasto projeto mundial de controle demográfico, visando descartar-se de bilhões de seres humanos – já nascidos e por nascer –, que se tornaram desnecessários ao Capitalismo. Desde o simplório mito da ‘explosão demográfica’ até campanhas milionárias pró-aborto justificadas por um suposto direito da mulher de decidir se quer ou não ter aquele filho, sem falar na banalização do homossexualismo, etc., o liberalismo econômico vai conduzindo esta Humanidade até a imposição de um Estado Totalitário Mundial, ideologicamente ‘socialista e igualitário’, mas, de fato, conduzido por uns poucos indivíduos e grupos de indivíduos que controlarão a Economia planetária. Diante do exposto, fica claro que o Integralismo não poderia deixar de defender a Liberdade, a autêntica Liberdade Humana em face deste coletivismo totalitário que vem sendo construído paulatinamente, com pertinácia diabólica, desde o século passado.”, completa Vasconcellos.
 
Segundo a Polícia Militar, mais de 70 mil pessoas reuniram-se na Esplanada dos Ministérios, em Brasília.
 
Em setembro do ano passado em corajosa declaração de guerra contra as políticas pró-aborto do regime petista, estiveram reunidos, também em Brasília, representantes de dezesseis organizações não governamentais que atuam em defesa da Vida e da Família, dentre elas a Frente Integralista Brasileira. Na ocasião, foi divulgada uma breve declaração com as principais observações do encontro, denominada “Declaração do VII Encontro Nacional de Movimentos em Defesa da Vida e da Família”, onde foi constatada uma sistemática e elaborada série de medidas do governo federal em prol da legalização do aborto no Brasil. A Declaração fez ainda solicitar ao Congresso Nacional que, por meio de decreto legislativo, suste as recentes decisões do STF sobre o tema.
 
***
 
Uma vez que o único interesse do capitalismo internacional no Brasil é o controle de nossos recursos naturais, a população de cerca de duzentos milhões de pessoas torna-se um entrave aos seus objetivos. Por esta razão, as políticas de promoção do aborto são incessantemente financiadas por organizações internacionais que, manobrando nossos governantes, impõem uma agenda política completamente oposta aos valores do povo brasileiro. Sorrateiramente, escondidos atrás de governantes-fantoches, tentam levar nossa Civilização à extinção.
 
Seguindo a onda de reação que tem ocorrido em diversas nações contra a perversão implantada à força pela ação secreta dos fariseus internacionais, os integralistas colocam-se na linha de Frente desta grande batalha em Defesa da Vida e da Família.
 

Nova Offensiva


06/06/2013, 02:19:46



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